Tradutor / Translator


English French German Spain Italian Dutch Russian Portuguese Japanese Korean Arabic Chinese Simplified
Mostrando postagens com marcador Ateísmo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Ateísmo. Mostrar todas as postagens

A tragédia do comunismo - Pe. Leonel Franca


Depois de ter presenciado algo do “Grito dos Excluídos”, evento que sempre nos prova a infinita paciência divina, creio ser conveniente transcrever algo a respeito do pano de fundo que motiva estas manifestações sociais supostamente católicas. Abaixo, um texto muito esclarecedor do grande Pe. Leonel Franca, uma verdadeira sumidade na Filosofia do nosso país e grande defensor da Fé Católica.

**

Da sistematização marxista não há só uma peça que tenha resistido vitoriosamente à análise científica. As suas principais doutrinas – postulados filosóficos e teorias econômico-sociais – estão hoje cientificamente superadas. Não suportaram o exame da crítica e o confronto dos fatos. Sobrevivem, porém, popularmente, com uma força de expansão formidanda. O partido comunista que se encarna, por uma conjunção acidental de circunstâncias favoráveis, empolgou o poder na grande e misteriosa e enigmática Rússia. Mobilizou os seus inesgotáveis recursos econômicos, galvanizou o messianismo secular do seu povo e pôs este imenso poder a serviço da mais hábil, mais tenaz e mais tecnicamente organizada das propagandas imperialistas. Destarte, o que há 30 anos, como doutrina era um sistema historicamente classificado, como força política era uma inexistência ou uma insignificância, assumiu, em nossos dias, o vulto da maior ameaça à civilização humana.
 
O comunismo, de fato, não é apenas um sistema econômico, é uma filosofia integral da vida. Não aspira apenas a reformas da estrutura social, baseadas numa redistribuição mais eqüitativa dos bens materiais, reclama o monopólio incontrastável das almas. Pretende implantar a ditadura do proletariado e a ditadura das consciências. Uma religião às avessas. Seu dogma: o materialismo histórico. Sua ética: nova hierarquia de valores aferidos pelo imperativo condicional da vitória do partido. Seu ideal messiânico que eletriza as massas numa grande esperança escatológica: conquista emancipadora da humanidade. Nunca um totalitarismo estadeou pretensões tão radicais.

Na propaganda deste programa, os postulados metafísicos, que já não se discutem, ficam em planos mais afastados da perspectiva. Concentrando as atenções imediatas, figuram a exploração hábil de ressentimentos históricos das classes sofredoras, as críticas contundentes das injustiças e desumanidades do capitalismo, a pintura risonha da sociedade futura, colorida com um otimismo ingênuo e sereno em contraste com o pessimismo azedo que projeta as suas negruras sobre todo o passado histórico do homem alienado e decaído. Assim se hipnotizam as massas. Assim se cria a mística do comunismo, e se mobilizam as energias religiosas da alma a serviço de uma ideologia atéia. Fé e esperança, dedicação e sacrifício, amor da justiça e da liberdade, todo este patrimônio de riquezas humanas, que só têm valor numa ordem ontológica de realidades espirituais, são exploradas para acelerar a implantação de uma nova concepção da vida que as declara ficções sem conteúdo e abstrações malfazejas.

Eis a grande tragédia do comunismo: a mobilização das melhores energias humanas para a construção de um porvir que será o maior desastre e a decepção total da humanidade.

Este mundo que a revolução marxista prepara para a felicidade do homem será um mundo sem Deus. Um mundo em que se verificará o que Chesterton chamou “anomalia suprema dos tempos anormais, a derradeira negação que, para além de todos os dogmas, fulmina a crença mais necessária à alma: a de que existe uma razão das coisas”. A inteligência já não poderá encontrar respostas às interrogações supremas sem as quais não lhe é possível viver. À vontade, com a negação do Infinito Bem, faltará a mola insubstituível do seu dinamismo metafísico. A consciência, reduzida a reflexo de condições sociais, perderá a sua dignidade de norma racional de ação. Os supremos valores da ordem ideal – a Verdade, o Amor e a Beleza – sem o único fundamento ontológico que lhes assegura realidade e vida, eclipsam-se numa noite sem esperanças. A morte impossível de Deus precipitaria a existência universal na negação eterna do nada. Não podemos prever o caos em que se desconjuntaria uma estrutura social em que fosse possível a extinção de Deus nas consciências humanas.

Ateísmo e materialismo são solidários no sistema de Marx. Este mundo que se pretende elevar sobre tantas ruínas será ainda o mais inumano dos mundos. O problema central em qualquer estruturação da sociedade, o problema da pessoa foi, pelo marxismo, não só preterido, nos aspectos que lhe são próprios, mas de todo em todo falseado na natureza dos seus dados fundamentais.

No homem não se viu senão a atividade econômica, característica de sua essência e plasma de sua sociabilidade. Os domínios mais nobres de sua vida individual e social – a cultura, o direito, a moral, a religião – foram anexados ao primado da economia. Onde convinha libertar o homem da hegemonia crescente e humilhante das forças de produção, consumou-se, como definitiva e ideal, a sua ditadura incontrastável. O homem já não deve dominar e disciplinar as relações econômicas para dirigi-las aos fins superiores da realização plena de sua personalidade, curva resignado o colo à tirania do seu jugo. A escravização ao econômico em vez de emancipação do econômico consuma a alienação irreparável e desumanizante.

Com esta inversão de valores desnatura-se e avilta-se a dignidade do trabalho. O esforço humano já não tem outra razão de ser senão aperfeiçoar a matéria e criar utilidades. O trabalho é isto, mas não é só isto. O que o constitui uma atividade especificamente humana, é, antes de tudo, ser uma obra viva interior das almas [que] sobrelevam em qualidade as riquezas materiais que multiplica. Trabalhando, o homem desenvolve harmoniosamente as suas mais nobres faculdades, colabora com a realização dos planos divinos da criação e procura transfigurar este mundo, de que foi constituído senhor, numa habitação em que possa desenvolver as suas energias e realizar a nobreza de seus destinos.

No horizonte das esperanças humanas o comunismo acena com felicidades sonhadas de um paraíso perdido. Mas são estreitos estes horizontes e falazes estas promessas. No indefinido em que se perde o olhar perscrutador do futuro, não se distingue senão riqueza e mais riqueza, conforto e mais conforto. Uma cúpula de chumbo, imensa e pesada, cinzenta e fria, não permite que se elevem as vistas acima dos bens materiais. O surto para o infinito, que constitui a essência mesma da personalidade, estará para sempre condenado a cair sobre si mesmo, no tantalismo de um desespero mortal. O homem transformar-se-á num animal de vista baixa: a terra estreitará para sempre o horizonte de suas perspectivas: o vôo de suas aspirações como o termo de suas atividades. Quando o trabalho se degrada à simples força criadora de valores econômicos, o homem, preso à matéria, verá alienado o melhor e mais nobre de sua natureza.

E esta alienação vai ainda mais longe. Quando se desconhece a dignidade do espírito, o homem já não tem um destino próprio, essência da personalidade. Decai à categoria de coisa ou do instrumento a serviço da sociedade. Na fórmula de Marx, o ser humano “na realidade, é o conjunto das relações sociais”. Os vínculos que, num dado momento histórico, o ligam ao meio, definem-lhe a natureza e esgotam-lhe a razão de ser. Já não há em cada homem uma vocação original que importa respeitar, uma fonte de direitos que não podem ser postergados, uma autonomia de atividades realizadoras de uma finalidade moral, indeclinável. Cerceiam-se assim, pela raiz, todas as liberdades humanas. O indivíduo é sacrificado à comunidade, o cidadão ao Estado, que lhe impõe o mais absoluto conformismo de idéias, de vontades e de sentimentos. Compreende-se que Marx ridiculariza: “o inevitável estado-maior das liberdades de 1848: liberdade pessoal, liberdade de imprensa, de palavra, de associação, de reunião, de ensino, de cultos, etc.” Compreende-se que seja imolada a geração presente à felicidade quimérica do futuro. O homem, totalmente alienado de sua excelência natural, não passa de joguete sem dignidade nas mãos dos que encarnam a falsidade de uma ideologia na tirania de uma ditadura.

A grande tarefa da hora presente é dissociar do marxismo a obra imensa da elevação das classes operárias à participação mais eqüitativa em todas as riquezas da cultura. Ele não é nem pode ser o agente das transformações sociais por que suspiramos.

A tentativa comunista, se realizada, comprometeria a civilização e mergulharia o homem, para sempre transviado dos seus destinos, na desgraça de uma catástrofe irreparável.

Não é possível combater a Deus sem ferir o homem de morte.

Ateísmo militante, humanismo inumano.

Pe. Leonel Franca, Ateísmo Militante.

A doutrina do ateísmo e a guerra à Igreja


“Uma coisa é pronunciar-se uma sentença, outra é conceder-lhe a inteligência assentimento. Se impossível é assegurar a veracidade do enunciado “Deus não existe”, o ateísmo resulta principalmente de uma opção doutrinária. Essa opção conduzirá a ser Deus substituído por um falso absoluto.

O ateísmo representa, para G. van de Leeuw, “o movimento negativo no desenvolvimento da consciência, momento que só pode surgir e vigorar enquanto supõe o momento precedente, o afirmativo da religião como culto de um Deus, senhor do homem e de seu destino”. É “uma religião de fuga diante de Deus [...] angústia de Deus, quando se recusa à fé para recair no demoníaco”.

O ateísmo não tem consistência; torna incoerente qualquer sistema filosófico e impraticável a ação e a vida. Entretanto, a opressiva e ofuscante realidade é a ameaça do ateísmo vivido e institucionalizada. Ou será ele também uma expressão meramente verbal que envolve e oculta efetivos modos de rejeitar a Divindade?

Não crucificaram a Jesus os ateus; Sua morte, pediram-na os judeus infiéis e não tementes a Deus, nunca esperando Rei e Reino que não fosse deste mundo; não a impediram os pagãos idólatras e tementes a César, sempre servindo rei e reino deste mundo.

Não suportaram, outrora, judeus e pagãos, o convívio com Deus vivo e verdadeiro. Deram-lhe morte, morte de cruz. Da mesma “insuportável presença” quer também livrar-se a moderna cultura. A seu reino é anteposta a promessa de um paraíso terrestre gerado pela revolução, pelo desenvolvimentismo e pela tecnocracia. Não disse estar Ele em sua Igreja, presente nela e até a consumação dos séculos? Pretendem pois aniquilá-la, querendo-a infiel e idólatra: no mundo e do mundo; e, como supremo, final, satânico objetivo atingir pelo “cristianismo secularizado” o que chamam a “morte de Deus”.

Hélio Drago Romano, A gnose e a "Morte de Deus"

Fonte: Permanência.

Léon Bloy sobre os católicos modernos


"Simples observação. Ninguém, mesmo entre os melhores cristãos, parece procurar Deus, ou mesmo, pensar nele. Vai-se para a mesa como cães, e para a cama como porcos. Impossível conseguir a menor atenção quande se fala de Deus."

"Penso frequentemente na afirmação de Ana Catarina Emmerich: "Não há mais cristãos no verdadeiro sentido da palavra".

"Os amigos de Jesus vêem à sua volta os cristãos modernos e é assim que podem conceber o inferno".

"Simão o Cirenaico ajuda Jesus a carregar a sua Cruz. Os cristãos modernos põem suas cruzes nas costas de Jesus".

"Tive muito frequentemente a ocasião de falar da tolice de nossos católicos, prodígio enorme, demonstrativo, por si só, da divindade de uma religião capaz de resistir-lhe".

"Tens perfeitamente razão de dizer que esse indivíduo jamais poderá me compreender. É um católico que permaneceu protestante - conheço o caso."

"Preocupam-se muito os russos com a comemoração de um centenário de 1912. A esse respeito, Raoux me escreve e me fala o grande Exército morto de frio. Respondo-lhe que o grande exército sem vitórias dos nossos católicos modernos morrerá, este ano talvez, do frio que está nele mesmo..."

"Há duas causas para este ostracismo de meus escritos no mundo católico: a extraordinária ininteligência dos cristãos modernos e sua profunda aversão do Belo. Entre uma página escrita com esplendor e uma outra página exprimindo as mesmas idéias chãmente, a escolha deles não é nunca duvidosa: vão, por instinto, à mediocridade. Tivestes mil ocasiões de ver isso e o vereis cada vez mais, pois o nível baixa todos os dias."

"O que se vê por toda a parte, e cada vez mais, é, por parte dos cristãos, o ateísmo prático, pelo menos na maior parte deles."

"Perguntais se esta guerra não esclareceu os católicos a meu respeito, se não pôs o clero a meus pés, etc. Eis a minha resposta. Nada poderá mudar esses católicos de que falais. A guerra, longe de esclarecê-los, aumenta sua cegueira e, mais do que nunca, sou seu pesadelo, tendo cometido o imperdoável crime de levar a sério a lei divina, de ser um católico absoluto - o único entre todos os que falam ou escrevem. Isso nunca me será perdoado. O castigo é fácil. Proibição de comprar meus livros, de lê-los e de deles falar. Sabe-se que o autor é pobre. Que vitória se se pudesse matá-lo pela miséria! A conspiração do silêncio. É uma imensa honra para mim ser tratado exatamente como Nossa Senhora da Salette, a quem é recomendado não dar a menor atenção. O efeito do castigo é, naturalmente, a miséria, sobretudo nos dias de hoje..."

"Os católicos desonram o seu Deus, como jamais os judeus e os mais fanáticos anticristãos foram capazes de o desonrar"

Octávio de Faria, Léon Bloy.

Os ateus são uma graça...

Pergunte a um ateu: Você não acredita que existe um Ser eterno e incriado? Responderão: Não.
Pergunte, depois, como o mundo passou a existir; alguns responderão: ele existe desde sempre...

Se o mundo não é incriado, então ele é criado, ou pelo menos passou a existir num dado momento.
Alguns evolucionistas ateus aceitam que o mundo, de fato, teve um começo. Como se deu isso? Não sabem.
Vão falar da molécula mutante, vão falar de não sei que... mas desconversarão a mais importante questão: Como algo pode passar da não-existência para a existência? Há um abismo aí...
Do nada, nada se cria. Não podem dizer que foi por uma evolução, pois não há o que evoluir no nada. Não podem dizer que foi por uma força impessoal, pois no nada sequer esta força existe.

Os evolucionistas ateus dizem que é irracional supor a existência de Deus para explicar o mundo. Mas é incrível como eles, diante de uma tal questão sobre a origem de tudo o que existe, solenemente a ignoram e vivem tranqüilos, jurando com unhas e dentes a inexistência de um Criador pessoal.

S. Paulo disse que a ciência incha... Mas não é bem a ciência que incha, e sim a soberba de quem supõe ter ciência e ser a fonte da própria ciência. No orgulho encarnado de certos "cientistas", eles passam a amar tudo o que pareça complexo e rebuscado, por mais irracional que possa ser. Quem assistiu o debate entre o Sr. Richard Dawkins e o Dr. John Lennox pode perceber que Dawkins parte de um falso pressuposto: a obviedade de algo é motivo suficiente para fazer crer que este algo é falso. Por exemplo: se o mundo na sua perfeita ordenação de seres obviamente fala da existência de um ordenador, porque tudo leva a crer nisso, Dawkins supõe que a outra alternativa, a de que tudo surgiu por um impulso cego, por ser aparentemente mais "complexa", é a verdadeira.

Mas isto não é complexidade; é só cegueira obstinada, soberba que se insurge contra a verdade. É a mesma coisa que dizer que, pelo fato de ser simples afirmar que 2 + 2 é igual a 4, esta simplicidade é prova irrefutável de que não é 4.

É simplesmente a velha história de Adão em seu anseio de ser como Deus sem Deus. Para esses pseudo-cientistas é dolorido admitir que Deus existe, pois isto os comprometeria com Ele, e lhes mostraria que o espaço da divindade já tem dono.

Debate entre Richard Dawkings e John Lennox

Há alguns dias, transitando por alguns blogs como sempre faço, me deparei, no Lúdico Medieval, com o primeiro de uma série de vídeos onde se mostra um debate entre estes dois indivíduos: Richard Dawkings, que já é famoso por defender o ateísmo, e John Lennox que, na falta de uma maior pesquisa de minha parte para fazer tal afirmação, pareceu-me um cristão protestante, sobretudo na visão equivocada sobre as Cruzadas.

Fiz questão de assiti-los antes de postá-los. Vai que o debate não era lá esta coisas.. rs...
Mas apreciei muito o que vi, e, embora eu seja suspeito pra dizer, o John Lennox é muito superior ao seu adversário. O debate gravita em torno de um livro do sr. Dawkins entitulado "Deus, um delírio", e recomendo muito aos interessados e pacientes o que assistam. Se não tiverem o tempo de verem aqui no blog ou direto no youtube, façam como eu que os baixei e assisti em casa. rs... Enfim... Vamos aos vídeos.






















Proibição da palavra "Natal" em Oxford

Autoridade vaticana rechaça energicamente proibição do "Christmas" em OxfordROMA, 04/11/2008 (ACI).- O Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura, Dom Gianfranco Ravasi, deplorou a decisão da prefeitura da cidade inglesa de Oxford de proibir a palavra "Christmas" (Natal) das celebrações de fim de ano, e descreveu a medida como "sintoma do ateísmo e indiferença religiosa que hoje se promove".

Conforme informa L'Osservatore Romano, o Arcebispo assinalou que "o que se busca com esta iniciativa em Oxford não é tanto estabelecer um diálogo de modo que não existam prevaricações, senão extingui-lo até o ponto de restringir toda identidade própria, toda história que está nas bases e não estabelecer um verdadeiro diálogo"."

O verdadeiro diálogo –precisou– se constrói através da identidade. Então neste caso, não é somente uma excentricidade, mas uma negação consciente, não sei até que ponto, de uma grandeza que está nos alicerces".

Deste modo manifestou que "enquanto no passado quando se combatia a presença dos símbolos religiosos, se fazia com argumentações, ou com o desejo de opor um sistema alternativo, agora em vez disso se realiza esta avançada de negação como uma especiaria de névoa, quer introduzir um componente sem consistência que é a característica da secularização atual", em referência ao título que as autoridades deram às celebrações de fim de ano: "Festival das luzes de inverno".

Depois de afirmar que com esta decisão "Deus é negado, ignorado totalmente e o esforço pastoral deve ser agora mais complexo", Dom Ravasi denunciou esta medida como "uma sorte de 'jogo da sociedade' incolor, inodora, insípida" que gera "maior ateísmo, mas com a indiferença religiosa talvez impede ao homem interrogar-se, como fazem todas as grandes religiões, sobre temas fundamentais, temas básicos que são disolvidos ao interior de uma atmosfera assim de inconsistente".

De outro lado, o jornal inglês The Telegraph recolheu as declarações do Bispo de Portsmouth, Dom Roger Francis Crispin Hollis, quem assinalou que esta decisão "ofende à comunidade cristã da cidade (Oxford), não faz nada por promover a harmonia racial e, em nome da inclusão, exclui as tradições de uma significativa população da cidade. Deploro esta decisão e espero que o conselho o volte a pensar".

Por sua parte, Sabir Hussain Mirza, Chefe do Conselho Muçulmano de Oxford, expressou estar "muito zangado por isso. Os cristãos, muçulmanos e outras religiões esperamos todos a chegada do Natal"

De maneira similar se expressou o rabino Eli Bracknell, quem indicou que "é importante manter o Natal tradicional britânico. Algo que afete a cultura tradicional e o Cristianismo no Reino Unido não é positivo para a identidade britânica".

A idéia de renomear o Natal como "Festival das luzes de inverno" proveio da organização "Oxford Inspire" (Oxford Inspira), que são os encarregados deste evento.

Fonte: http://www.cleofas.com.br/
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...