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Pequeno Compêndio de Problemas Adventistas
- Ellen White plagiadora
Se isto é verdade - e é -, então o
coração mesmo do adventismo, que se baseia nas supostas inspirações de White,
possui erros. A coisa se agrava quando a igreja adventista, cujos líderes
conhecem esse problema, o escondem dos fiéis que, em geral, de nada sabem.
- Sola Scriptura
É um princípio que é
autocontraditório já que ele mesmo não se encontra na Escritura. Além disso, o
Novo Testamento inteiro foi compendiado pela Igreja Católica, o que por si só
prova a autoridade da Igreja como precedente ao próprio Cânon. Depois, esse
compêndio ocorreu no século IV, o que significa que por mais de trezentos anos
a Fé cristã foi transmitida sem o conceito da Sola Scriptura, o que leva a
concluir, por fim, que ela não é o foco exclusivo, embora, claro, seja parte
essencial da Revelação. Paulo chega a falar explicitamente que é preciso
guardar a Tradição. A Igreja precede a Bíblia.
- Adventismo e Maçonaria
William Guilherme Miller, o
iniciador do movimento adventista, era Maçom 33º grau. Há indícios que ele
tenha continuado maçom mesmo depois. A Sra White demonstrou, em certa ocasião,
conhecer um sinal maçom de alta hierarquia. No momento, ela afirmou ter sido
informada por um anjo no intuito de converter um maçom com o qual tratava. Uma vez que suas revelações são falsas, é de se crer que ela
conhecia o sinal por outro motivo: o de lidar com a maçonaria pessoalmente, o
que é confirmado por uma estranha fotografia onde ela aparece junto com vários
homens que fazem o conhecido sinal da mão oculta (foto que encabeça esse post). Além disso, o suposto
convertido da maçonaria que teria se redimido através do dito sinal feito pela
Sra White continuou sendo maçom depois da ocasião. Por fim, há obeliscos nos
túmulos da família White, e também um discurso muito diplomático, hoje, de
autoridades adventistas com relação à maçonaria.
- O sábado
Os primeiros cristãos não
somente passaram a observar o domingo, como criticaram os judaizantes, que
queriam manter costumes judaicos, dentre eles o do sábado. Paulo diz expressamente
que o Sábado era uma sombra do Cristo. Assim, não se pode dizer que o
adventismo mantém o costume dos Apóstolos e do Cristianismo Primitivo.
- Erros e absurdos
Entre as falsas profecias da
Sra White há eventos não realizados e afirmações absurdas, como dizer que o uso
de perucas ou a prática da masturbação levaria à loucura, e que o dia e a hora
da Segunda Vinda lhe tinham sido revelados para, momentos depois, quando lhe
advertiram de que isso contrariava as Escrituras, ela afirmar que isto lhe
tinha sido ocultado novamente. Veja isso e isso.
- Contradição
Enquanto professam
nominalmente o princípio da Sola Fide,
segundo o qual a Fé é suficiente para a Salvação, os adventistas afirmam a
possibilidade de se perder a salvação por uma vida desregrada, o que é
contraditório, pois o não cumprimento de preceitos não implica na perda da Fé.
Além disso, a Sra White falou categoricamente que a observância sabática
implica em salvação eterna.
- Batismo e Fé em Ellen White
Embora a Sra White seja tão
problemática, a Igreja Adventista a estima ao ponto de identificá-la com o “espírito
de profecia”, referido em Apocalipse, e de submeter o batismo de novos adeptos
à condição de declararem Fé no ministério dela.
- Mortalismo
O adventismo nega que a alma
humana seja imortal, e com isso ela rejeita ensinos bíblicos, sobretudo os
explícitos no Novo Testamento, baseando-se principalmente em versículos do
Antigo Testamento que têm caráter ambíguo. Eles, por sua vez, rejeitam certos
livros conhecidos como Deuterocanônicos, aos quais atribuem a defesa da imortalidade
da alma. Considerando que tais livros constavam na Septuaginta, a versão grega
das Sagradas Escrituras utilizadas por Jesus e pelos Apóstolos, não é de se
crer que estes livros contenham erros. Inclusive, o Cânon judaico que os inclui
é mais antigo do que o que os excluiu, e o que os excluiu intentava negar o
caráter de revelação do Cristianismo. Um cristão negar o caráter revelado dos
Deuterocanônicos é, assim, uma espécie de auto-sabotagem.
- Negação do Purgatório
O Purgatório, ou estado de
purificação pós-morte, é referido por Jesus por expressões como “não sairá da
prisão até ter pago o último centavo” e “será chicoteado poucas ou muitas vezes”,
e ainda quando, tratando do pecado contra o Espírito Santo, Ele sugere um modo
de perdão que se concede no outro mundo.
- Negação da Intercessão dos Santos
Negam a intercessão dos
santos somente pela crença na mortalidade da alma e com base na única mediação
de Cristo, pregada por São Paulo, mas não atentam que esta compreensão
literalista implica na impossibilidade inclusive da oração de vivos por vivos,
uma vez que isto também é intercessão e mediação, o que contraria o próprio São
Paulo, que pede orações aos cristãos. Um adventista, que crê nos anjos da
guarda, não saberia dizer, por exemplo, por que um anjo não poderia ou não deveria
interceder por nós.
- Negação da Virgem Maria
Os adventistas renegam o
Papel da Virgem Maria quando ele é explícito nas Escrituras. A Mulher do Gênesis
e do Apocalipse, sendo a Mãe do Senhor, não pode ser a Igreja. Além disso, é
fato que tanto Lucas quanto João a indicam como o tipo da Arca da Aliança, e que João a vê no Céu. Todos os primeiros
cristãos, por sua vez, a veneraram. Ela é ainda a “Rainha Mãe”, um posto de
honra de TODA a descendência de Davi.
- Negação do Batismo Infantil
Negam o batismo infantil,
quando é conhecido pela arqueologia que os primeiros cristãos batizavam
crianças. Nenhum texto bíblico o impede. O único impedimento é uma compreensão
equivocada que equipara o batismo cristão ao de João Batista. Na verdade, o
batismo cristão assume o lugar da circuncisão judaica, que era feita em
crianças. Há pinturas dos primeiros séculos, nas catacumbas onde os cristãos se
escondiam das perseguições romanas, que retratam batismos infantis e por efusão.
- Negação dos Milagres Católicos
Os adventistas fazem vista
grossa aos inúmeros milagres acontecidos e que estão acontecendo continuamente
na Igreja Católica – milagres evidentes, reconhecidos pela ciência, impossíveis
de serem resultados de processos naturais – e, se furtando de olhá-los
seriamente, atribuem-nos genericamente ao demônio. Nisto, se assemelham aos
fariseus que atribuíam os milagres de Jesus a Belzebu. Este, relembra Jesus, é
um pecado contra o Espírito Santo, pois é um fechamento de si à ação evidente
de Deus.
- Profecia do Santuário
A Profecia do Santuário
adventista, que é a sua espinha dorsal, sustentação de toda a sua crença, é equivocada
em muitos pontos, e a correspondência entre o Dia da Expiação e o Fim dos
Tempos não se encaixa inteiramente. Alguns dos problemas mais graves: negar a onisciência
divina, já que Jesus precisa de livros para conhecer; supor atos sucessivos em
Deus, o que nega a sua eternidade e faz o Céu equiparar-se ao tempo; nega
diretamente a Escritura, pois diz que Jesus está no Lugar Santíssimo ainda completando
o Seu ministério de Sumo Sacerdote quando Paulo diz explicitamente que, já na
Sua ascensão, Ele sentou-se de vez no Seu trono (Hb 1,3; 4,14; 6, 19-20; 9,
11-12; 10, 11-12). A doutrina do juízo investigativo é particularmente absurda
pois supõe a possibilidade de uma fixação do destino eterno de uma pessoa
enquanto ela ainda está vivendo, o que leva à possibilidade de uma ulterior
apostasia que não a levaria à perda da salvação, ou a uma futura conversão que
não lhe resgataria o céu. Veja isso.
- Confusão entre Jesus e Antíoco
No cálculo das 2.300 tardes e
manhãs, os adventistas atribuem a Jesus um trecho que, na verdade, se refere ao
inimigo de Deus: Antíoco Epifânio. Basta comparar Dn 9 com Dn 11. Essa confusão
faz ruir toda a interpretação histórica adventista.
- Negação do Inferno
Os adventistas negam o
Inferno, quando Jesus fala diversas vezes dele, inclusive mostrando como alguém
lá trava conversação com alguém de fora, o que significa que o inferno não é destruição.
E o próprio livro do Apocalipse deixa claro, de modo explícito, que no inferno,
as pessoas não são destruídas, mas ficam, pelos séculos dos séculos, chorando e
rangendo os dentes.
- Prostituta do Apocalipse
Os adventistas interpretam o
Apocalipse a la Ellen White. Mesmo fazendo abstração dos plágios, é fácil de
ver que o papel atribuído à Igreja Católica como Meretriz do Apocalipse não
procede. Vários são os pontos frágeis, mas aqui, neste breve resumo, destacamos
um em particular. João diz claramente que a Meretriz é ali onde o Senhor foi
crucificado. Logo, Jerusalém, cujos líderes se prostituíram com o Império
Romano, permitindo a Herodes ocupar o lugar de Rei – uma paródia grosseira de
Salomão, seja pela reconstrução do Templo, seja pelas muitas mulheres -, e proclamaram
expressamente, diante do próprio Rei verdadeiro, estar sob o jugo de César.
- Negam a Eucaristia
Embora façam a Santa Ceia,
esta não tem um papel claro na crença adventista. Fazem-no por mera obediência
mecânica e sem compreensão da ordem dada por Jesus aos Apóstolos. É fato,
porém, que desde o começo, os cristãos celebravam a Eucaristia como sendo o
próprio Corpo e Sangue de Cristo, e que ela, sendo celebrada semanalmente,
ocupava um lugar central. Havia toda uma preocupação de que os mártires
recebessem o Corpo do Senhor antes da morte, o que então recebia o nome de
viático. São Paulo chega a dizer que alguns adoecem e morrem porque não distinguem
na Eucaristia o Corpo e o Sangue do Senhor e a recebem indignamente.
Aborto
Recentemente, soubemos de uma notícia estarrecedora: a Igreja Adventista tem hospitais nos Estados Unidos que fazem abortos a pedido. Inclusive o Pastor Nic Samojluk tem se empenhado em combater isso que ele considera uma traição aos princípios evangélicos. Aqui o site dele. Há ainda uma petição, feita por alguns adventistas que se escandalizaram com isso, para que a Igreja Adventista pare de praticar abortos em seus hospitais americanos. Veja aqui.
***
Estes erros são somente um
pequeno compêndio. Esta lista pode ser acrescida depois, e cada ponto destes
vai aqui somente referido, sendo possível desenvolvê-los indefinidamente. Todos
eles podem, igualmente, ser facilmente comprovados. A pergunta é: como continuar adventista?
Fábio
Maquiadores do crime
Lenin dizia que, quando você tirou do adversário a vontade de lutar, já venceu a briga. Mas, nas modernas condições de “guerra assimétrica”, controlar a opinião pública tornou-se mais decisivo do que alcançar vitórias no campo militar. A regra leninista converte-se portanto automaticamente na técnica da “espiral do silêncio”: agora trata-se de extinguir, na alma do inimigo, não só sua disposição guerreira, mas até sua vontade de argumentar em defesa própria, seu mero impulso de dizer umas tímidas palavrinhas contra o agressor.
O modo de alcançar esse objetivo é trabalhoso e caro, mas simples em essência: trata-se de atacar a honra do infeliz desde tantos lados, por tantos meios de comunicação diversos e com tamanha variedade de alegações contraditórias, com freqüência propositadamente absurdas e farsescas, de tal modo que ele, sentindo a inviabilidade de um debate limpo, acabe preferindo recolher-se ao silêncio. Nesse momento ele se torna politicamente defunto. O mal venceu mais uma batalha.
A técnica foi experimentada pela primeira vez no século XVIII. Foi tão pesada a carga de invencionices, chacotas, lendas urbanas e arremedos de pesquisa histórico-filológica que se jogou sobre a Igreja Católica, que os padres e teólogos acabaram achando que não valia a pena defender uma instituição venerável contra alegações tão baixas e maliciosas. Resultado: perderam a briga. O contraste entre a virulência, a baixeza, a ubiqüidade da propaganda anticatólica e a míngua, a timidez dos discursos de defesa ou contra-ataque, marcou a imagem da época, até hoje, com a fisionomia triunfante dos iluministas e revolucionários. Pior ainda: recobriu-os com a aura de uma superioridade intelectual que, no fim das contas, não possuíam de maneira alguma. A Igreja continuou ensinando, curando as almas, amparando os pobres, socorrendo os doentes, produzindo santos e mártires, mas foi como se nada disso tivesse acontecido. Para vocês fazerem uma idéia do poder entorpecente da “espiral do silêncio”, basta notar que, durante aquele período, uma só organização católica, a Companhia de Jesus, fez mais contribuições à ciência do que todos os seus detratores materialistas somados, mas foram estes que entraram para a História – e lá estão até hoje – como paladinos da razão científica em luta contra o obscurantismo. (Se esta minha afirmação lhe parece estranha e – como se diz no Brasil – “polêmica”, é porque você continua acreditando em professores semi-analfabetos e jornalistas semi-alfabetizados. Em vez disso, deveria tirar a dúvida lendo John W. O’Malley, org., The Jesuits: Cultures, Sciences, and The Arts, 1540-1773, 2 vols., University of Toronto Press, 1999, e Mordecai Feingold, org., Jesuit Science and the Republic of Letters, MIT Press, 2003).
Foi só quase um século depois desses acontecimentos que Alexis de Tocqueville descobriu por que a Igreja perdera uma guerra que tinha tudo para vencer. Deve-se a ele a primeira formulação da teoria da “espiral do silêncio”, que, em extensa pesquisa sobre o comportamento da opinião pública na Alemanha, Elizabeth Noëlle-Neumann veio a confirmar integralmente em The Spiral of Silence: Public Opinion, Our Social Skin(2ª. ed., The University of Chicago Press, 1993). Calar-se ante o atacante desonesto é uma atitude tão suicida quanto tentar rebater suas acusações em termos “elevados”, conferindo-lhe uma dignidade que ele não tem. As duas coisas jogam você direto na voragem da “espiral do silêncio”. A Igreja do século XVIII cometeu esses dois erros, como a Igreja de hoje os está cometendo de novo.
A sujidade, a vileza mesma de certos ataques são plenejadas para constranger a vítima, instilando nela a repulsa de se envolver em discussões que lhe soam degradantes e forçando-a assim, seja ao silêncio, seja a uma ostentação de fria polidez superior que não tem como não parecer mera camuflagem improvisada de uma dor insuportável e, portanto, uma confissão de derrota. Você não pode parar um assalto recusando-se a encostar um dedo na pessoa do assaltante ou demonstrando-lhe, educadamente, que o Código Penal proíbe o que ele está fazendo.
As lições de Tocqueville e Noëlle-Newman não são úteis só para a Igreja Católica. Junto com ela, as comunidades mais difamadas do universo são os americanos e os judeus. Os primeiros preferem antes pagar por crimes que não cometeram do que incorrer numa falta de educação contra seus mais perversos detratores. Os segundos sabem se defender um pouco melhor, mas se sentem inibidos quando os atacantes são oriundos das suas próprias fileiras – o que acontece com freqüência alarmante. Nenhuma entidade no mundo tem tantos inimigos internos quanto a Igreja Católica, os EUA e a nação judaica. É que viveram na “espiral do silêncio” por tanto tempo que já não sabem como sair dela – e até a fomentam por iniciativa própria, antecipando-se aos inimigos.
A única reação eficaz à espiral do silêncio é quebrá-la – e não se pode fazer isso sem quebrar, junto com ela, a imagem de respeitabilidade dos que a fabricaram. Mas como desmascarar uma falsa respeitabilidade respeitosamente? Como denunciar a malícia, a trapaça, a mentira, o crime, sem ultrapassar as fronteiras do mero “debate de idéias”? Quem comete crimes não são idéias: são pessoas. Nada favorece mais o império do mal do que o medo de partir para o “ataque pessoal” quando este é absolutamente necessário. Aristóteles ensinava que não se pode debater com quem não reconhece – ou não segue – as regras da busca da verdade. Os que querem manter um “diálogo elevado” com criminosos tornam-se maquiadores do crime. São esses os primeiros que, na impossibilidade de um debate honesto, e temendo cair no pecado do “ataque pessoal”, se recolhem ao que imaginam ser um silêncio honrado, entregando o terreno ao inimigo. A técnica da “espiral do silêncio” consiste em induzi-los a fazer precisamente isso.
Olavo de Carvalho, disponível aqui.
Postado por
Fábio Graa
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Artista espanhol profana hóstias consagradas publicamente - Assine a petição contra!
Este sujeito alega que conseguiu 248 hóstias consagradas em diferentes igrejas enquanto ia comungar. Como se não bastasse já esta extrema profanação, ele as usa para formar o nome "Pederastia", junto com fotos vexatórias.
Assine a petição para que este ser aberrante seja detido.
Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos..
Peço-vos perdão por aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam.
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