
Sobre o controle dos nascimentos - mais Pio XII

Necessidade da mortificação para a perfeição - Adolph Tanquerey

B) Não basta evitar o pecado; é mister avançar na perfeição. Ora, qual é ainda aqui o grandíssimo obstáculo, senão o amor do prazer e o horror da cruz? Quantos desejariam ser melhores, tender à santidade, se não fosse o temor do esforço necessário para adiantar e das provações que Deus envia aos seus melhores amigos? É necessário, pois, recordar-lhes o que S. Paulo tantas vezes repetia aos primeiros cristãos, a saber, que a vida é um combate, que devemos ter vergonha de ser menos corajosos que os que lutam por uma recompensa terrestre, e, para se prepararem para a vitória, se privam de muitos prazeres lícitos e se impõem duros e penosos exercícios, e tudo isso por uma coroa perecedora, enquanto a coroa, que nos está prometida, é imortal. Temos medo do sofrimento; mas já refletimos nas terríveis penas do Purgatório que teremos de padecer durante longos anos, se quisermos viver na imortificação e conceder-nos todos os prazeres que nos lisonjeiam? Quanto mais prudentes não são os homens do século?! Quantos se não impõem ásperos trabalhos, e quantas vezes se não sujeitam a passos humilhantes, para ganharem um pouco de dinheiro e assegurarem uma aposentação honrosa! E nós não havíamos de nos dar à mortificação, para assegurar uma aposentação eterna na cidade do céu? É isto razoável?
É, pois, necessário convencermo-nos de que não há perfeição nem virtude possível sem mortificação. Como ser casto, sem mortificar essa sensualidade que nos inclina tão fortemente aos prazeres perigosos e perversos? Como guardar a temperança, senão reprimindo a gula? Como praticar a pobreza ou até mesmo a justiça, sem combater a cobiça? Como ser humilde, manso e caritativo, sem dominar essas paixões de orgulho, de cólera, de inveja e de ciúme que dormitam no fundo de todo o coração humano? Não há uma só virtude que, no estado de natureza decaída, se possa praticar muito tempo sem esforço, sem luta e, por conseguinte, sem mortificação. Pode-se, pois, dizer com M. Tronson, que, “assim como a imortificação é a origem dos vícios e a causa de todos os males, assim a mortificação é o fundamento das virtudes e a fonte de todos os bens”.
C) Pode-se até acrescentar que a mortificação, apesar de todas as privações e sofrimentos que impõe, é, ainda mesmo neste mundo, a fonte dos maiores bens, e que, afinal, os cristãos mortificados são em geral mais felizes que os mundanos que se entregam a todos os prazeres. É o que ensina o próprio Cristo Senhor Nosso, ao dizer-nos que os que deixam tudo, para o seguirem, recebem em retorno cento por um ainda mesmo nesta vida. S. Paulo não se exprime diversamente, quando, depois de haver falado da modéstia, isto é, da moderação em todas as coisas, acrescenta que quem a pratica goza daquela paz verdadeira que supera toda a consolação. Oh! Quanto não teve ele que sofrer! As provações terríveis, por que houve de passar na pregação do Evangelho, bem como na luta contra si mesmo, descreve-no-las ele longamente; mas acrescenta que abunda e superabunda de alegria no meio das suas tribulações: “superabundo Gaudio in omni tribulatione nostra” (II Cor. VII, 4)
TANQUEREY, Adolph. Compêndio de Teologia Ascética e Mística. Porto: Livraria Apostolado da Imprensa, 1955 [1924].
Todos os negacionismos, incluindo o aborto

A Santa Missa e seus frutos - Papa Pio XII

Diminuir, pela esmola, o fardo das riquezas - Sto Agostinho

Quaresma - Tempo de união com Deus

“Em nome de Cristo, vos rogamos: reconciliai-vos com Deus!” (2Cor 5,20b)
Carnaval - Perdição das almas

Mas eis que nestes dias muitíssimos católicos arrancam do seu coração as renúncias, se esquecem do batismo, e, tornados pagãos, lançam-se no culto dos sentidos e nas pompas demoníacas. Há alguns que argumentam assim: “Não acho nada de mal ir a certos bailes dançantes, aos bailes de máscaras....” Pobre gente!
Mister se faz dizer que ela perdeu o senso do bem e do mal.
Fonte: Imagem e Texto: http://www.advhaereses.blogspot.com/
200 anos de Charles Darwin - "Grandis Coisa"


Estamos assistindo a comemoração do aniversário de 200 anos de Charles Darwin, o homem que fez questão de mostrar que somos simples animais, sem outra qualquer distinção das demais criaturas, a não ser pelo nosso estágio mais avançado de evolução; ele que virou sinônimo de autoridade científica utilizando-se de um dogma, totalmente indemonstrável; neste tempo onde a comunidade "intelectual" moderna se exacerba na celebração de um de seus gurus, acho oportuno levar aos leitores deste humilde blog o texto (muitos talvez já o conheçam) do argentino de Córdoba, Raul Leguizamon sobre esta temática.
Como o texto é um tanto extenso (embora muito cômico), disponibilizo o link que lhe dá acesso. A todos, boa leitura. A Teoria da Evolução contra a ciência e a Fé (O conto do macaco)
Fábio Luciano
Anjos de Adoração indicado para receber o "Blog de Ouro"
Fiquei muito feliz por ter, o blog Anjos de Adoração, sido indicado para receber o “blog de ouro” que é um selo de reconhecimento entre blogs pelo trabalho diário. Recebi-o do amigo Cadu do blog Dominus Vobiscum, a quem agradeço a indicação.Holy Cards For Your Inspiration
Laércio Oliveira, da Canção Nova, repete teoria herética de Joaquim de Fiori
Não quero chamar a atenção para a pessoa do Laércio Oliveira, para a Canção Nova ou para a RCC. Mas quero aproveitar este ensejo para comentar sobre uma doutrina herética que circula por aí e que, em especial, é defendida por membros da chamada Renovação Carismática Católica, tendo sido, porém, já condenada pela Igreja.Que toda as gerações proclamem bem-aventurada à Virgem Santíssima, Mãe do Verbo Eterno.
Cristão, sê o que és
Como podemos ver em nossas paróquias, os cristãos estão esquecendo o sentido de "ser cristão"; mergulhados em uma sociedade profundamente hedonista, buscamos somente o que nos agrada e nos compraz. "Devemos nos amar primeiro, depois amar o próximo!". Caríssimos filhos de Deus, isto nem é conversa de cristãos, mas sim de hereges; o nosso prazer deve ser agradar a Deus, mesmo em detrimento de nossa própria vontade. O Cristão deve odiar-se!! Estamos tão mascarados que nem notamos a profundidade do poço em que nos "enterramos".Comunhão: na boca ou na mão?
Muitos dos casos de profanações que acontecem hoje se devem, a princípio, a uma má compreensão do que seja a Eucaristia. De fato, nas catequeses e homilias esta temática tem lamentavelmente diminuído. Muita gente se ocupa em dar palestras sociais e em falar de fraternidade ou de igualdade; tudo isto em detrimento da reta doutrina católica tal qual é. Mas este artigo não se reserva a criticar o assunto mais freqüente nos espaços destinados à formação dos cristãos, embora a crítica já tenha sido feita. O foco, porém, a que me proponho é sobre o modo de como receber a Santíssima Comunhão.Polêmica sobre a revogação das excomunhões de quatro bispos da FSSPX

Temos assistido a recente polêmica sobre o Papa e o levantamento das excomunhões de quatro bispos da FSSPX. A mídia, como sempre, trata de oferecer aos desavisados uma versão distorcida da história, manipulando opiniões para que, como no tempo de Jesus, a massa se decida por Barrabás.Bem. Mas o que acontece? Tratemos do início.
Em 1988, dois bispos, D. Marcel Lefebvre e D. Antônio de Castro Mayer, solicitaram de Roma a permissão para sagrar bispos a quatro sacerdotes, devido à necessidade. Tais pretendentes ao bispado foram recomendados como pessoas experimentadas e muito aptas para o serviço. A permissão, porém, não veio. Diante de tal negação, os dois bispos acima mencionados insistiram e sagraram aos quatro bispos. Esta atitude de expressa desobediência fez com que incorressem, os bispos sagrados e os sagradores, em excomunhão latae sententiae, isto é, automática, segundo o Código de Direito Canônico. O então Papa João Paulo II Magno, de saudosa memória, tinha manifestado que esta atitude fora claramente cismática. Seja como for, os bispos em questão, pertencentes à Fraternidade Sacerdotal São Pio X – FSSPX sustentavam, a partir de estudos canônicos, a nulidade das excomunhões, apelando para o argumento da necessidade.
De forma geral, o que caracteriza os membros pertencentes a esta Fraternidade é uma intensa guarda da Tradição Católica sem inovações. Eles posicionam-se diretamente contra o Concílio Vaticano II, que acusam de ser ambíguo, e contra todos os seus frutos. A discussão gravita em torno de temas doutrinais e é justamente a mudança no campo da doutrina que, segundo eles, constitui a causa do caos teológico e litúrgico pelo qual passa a Santa Igreja nestes tempos, o que vai se refletir diretamente na conduta dos filhos da Igreja..
Bem. Recentemente, Sua Santidade Bento XVI, num gesto de paternal caridade e misericórdia, e dentro de um ambiente de já inúmeros diálogos, revogou as excomunhões dos bispos em questão. Interessante que a revogação foi a resposta a um pedido da própria FSSPX. Mas este pedido fora uma recomendação do próprio Bento XVI. E, como dizia já um membro da FSSPX, Sua Santidade não solicitaria tal pedido se não tivesse a intenção de concedê-lo. O importante é que esta graça veio... E aquilo que já era esperado em terreno eclesiástico, isto é, a polêmica por parte de membros modernistas e inimigos da tradição, irradiou-se também extra-eclesia. Mas... Por quê? Que interesse teria o mundo secular e ateu por estas questões teológicas e eclesiásticas?
Nenhum, na verdade. Ao contrário, o mundo das massas populares tem um interesse muito claro de oposição à Santa Igreja. E ao perceber uma chance, ainda que pequena, simplesmente a agarra, mesmo que para isto tenha de fazer as associações mais mesquinhas e usar das mentiras mais lavadas. Qual, então, a causa da polêmica?
Um dos quatro bispos cuja excomunhão foi revogada, Dom Williamson, defende uma tese curiosa: ele nega que tenha havido o holocausto judeu. Bem, particularmente não sei como ele defende esta visão, mas a mídia caiu em cima associando esta posição particular de Dom Williamson à atitude do Papa. Apressaram-se os manipuladores de opinião em mostrar a posição deste bispo como uma posição nazista e ainda quiseram fazer do papa um cúmplice que estaria a aprovar a teoria de Dom Williamson.
Mas, convém aqui saber separar:
1 - A revogação das excomunhões pertence a um contexto eclesiástico envolvendo questões em terreno canônico.
2 - A negação do holocausto (negacionismo) é uma posição pessoal de Dom Williamson.
Além do mais, quando a polêmica estorou, ela surpreendeu tanto ao Papa como ao bispo re-incomungado. O Santo Padre afirmou que pessoalmente não sabia da posição negacionista do bispo da FSSPX. Já este afirmou estar surpreso pelo alcance de suas palavras.
O próprio Dom Williamson, logo após o levantamento das excomunhões, pediu perdão ao Papa, reconhendo que o tinha feito passar por dificuldades desnecessárias. Recentemente ele foi advertido a retratar-se publicamente. A isto respondeu calmamente, dizendo que irá procurar as comprovações históricas sobre o assunto tratado, e que isto durará um tempo. Se ficar convencido de seu erro, se retratará.
Ademais, eu soube que ele foi proibido de falar publicamente sobre política e história.
Bem. Esta é a questão. Sei que este texto já vai um tanto extenso, mas gostaria de comentar algumas coisas.
Primeiramente, a posição de Dom Williamson é curiosa. Vemo-lo totalmente disposto a discutir a questão no campo dos argumentos, enquanto que foi só levantar uma suspeita sobre a veracidade do holocausto para, com isto, incomodar o mundo, o que torna toda esta situação, no mínimo, suspeita. E isto se torna ainda mais suspeito se considerarmos que hoje em dia é comum que muitas pessoas cultivem dogmas científicos, históricos, etc. Veja-se, por exemplo, o caso do evolucionismo, totalmente insustentável. Mas hoje isto virou sinônimo de autoridade incontestável. Veja ainda a posição do ateísmo, como se fosse algo dignamente racional. Obervemos os mitos criados a partir de distorções da Santa Inquisição e das Cruzadas. Veja o caso do Galileu. Tudo isto, ensinado de forma deturpada, criando erros que são sustentados por livrecos e professores faltos de sinceridade intelectual. Não quero aqui sugerir que Dom Williamson esteja certo... ao contrário, penso que ele não está (embora eu não tenha condição nenhuma para negar ou afirmar algo neste campo); mas creio que a questão deve ser vista de uma forma mais séria.
Depois, vejamos a grande movimentação que isto causou em solo católico. Parece que até um padre abandonou a Igreja depois da revogação das excomunhões. Há bispos que se apressam em dizer que Sua Santidade agiu de forma muito errada; há outros que solicitaram a re-excomuhão de Dom Williamson; um outro enraivou-se dizendo que não há lugar para ele na Igreja Católica; um outro ainda afirmou que alguém que defenda uma tal posição não pode ser reintegrado no Magistério da Igreja.
Tudo isto não deixa de ser muito revelador, visto que a grande crítica que sempre se ergueu contra a FSSPX consistia em acusá-la de desobediência e cisma. Agora, porém, diante da decisão do Santo Padre, são muitos os que erram justamente neste ponto, recusando-se em acatar a decisão do Sucessor de Pedro.
Isto se deve ao incômodo que sentem certos membros da Igreja, acostumados às inovações cômodas da modernidade em campo doutrinal e herdeiros da falsa hermenêutica do Concílio Vaticano II, condenada por Bento XVI. Sua Santidade, pois, como o Cristo, é hoje por muitos abandonado, mas segue firme na defesa da Fé e da Tradição. É ele eminente exemplo do que Cristo diz: “Eis que vos envio qual cordeiros no meio de lobos”, e é justamente esta a petição que ele faz aos fiéis depois que é eleito para a Cadeira de S. Pedro: “Rezai por mim, para que eu não fuja, por medo, diante dos lobos”
Outra questão que eu gostaria de levantar: atentemos sobre a política de Bento XVI na Igreja. Ele é um grande defensor da Tradição. Há quem queira negar, mas Sua Santidade, graças a Deus, deve sim intentar conduzir a Santa Igreja de volta à Sua Tradição Única e Autêntica, combatendo os erros e maus costumes que assolam hoje a Esposa de Cristo. E para defender esta posição, provas e exemplos não faltam. Basta que observemos as suas attitudes: liberação da Santa Missa no Rito Tridentino a partir do Motu Próprio; Revogação das excomunhões da FSSPX; fundação do Instituto Bom Pastor (IBP) para a crítica e reta hermenêutica do Vaticano II, organização cujo rito ordinário da Santa Missa é o tridentino; uso de vários instrumentos da Missa de Pio V em suas celebrações; comunhões de joelhos e sempre na boca; posicionamentos corajosos sobre inúmeros temas: Islamismo, relativismo, homossexualismo…, seguindo sempre a linha da Tradição, atraindo o ódio de muitos, cumprindo em si mesmo o que profetizou o Cristo: “Se o mundo vos odeia, sabei que me odiou a Mim antes que a vós”.
Recentemente, Bento XVI sagrou bispo a um sacerdote austríaco, Mons. Gerhard Wagner, e o enviou à cidade de Linz, na Áustria. Este padre, tratado pelo pecho de “ultra-conservador” pelos que não lhe são simpáticos, tem causado furor no local, muito conhecido pela grande degradação moral e pelo clero super-modernista. A decisão de Bento XVI, sem nem mesmo consultar o clero local, dá mostras de sua visão acerca dos erros dos liberais católicos que, direta ou indiretamente, se insurgem contra o Supremo Pontífice da Igreja.
A este respeito, dentro desta polêmica atual, falou o próprio Dom Willamson:
“Sou apenas o instrumento” com o qual alguns querem “agir contra o Papa”. “Visivelmente, o catolicismo de esquerda ainda não perdoou o fato de Ratzinger ter se tornado Papa”.
Os lobos uivam, mas Bento XVI manté-se firme na luta em defesa da Fé.
Que Deus abençoe o Papa e lhe conceda força e coragem nestes tempos tenebrosos. Que a Virgem Santíssima seja o seu conforto e sua perseverança no trabalho de restauração da Igreja e da Liturgia.
E nós, de nossa parte, sejamos sempre fiéis às decisões do Sumo Pontífice que, iluminado pelo Espírito Santo, rema contra a correnteza, conduzindo a Barca de Cristo, fora da qual não há Salvação.
Rezemos pelo Santo Padre, o Papa; sejamos fiéis à Santa Igreja e lutemos, também, com a força que nos é concedida, em favor da Verdade e da Fé, vivendo santamente e aborrecendo o mal e a mentira com o Bem e a Verdade.
Que Cristo seja glorificado eternamente.
Que a Verdade seja defendida e amada.
Salve a Santa Igreja Católica, detentora da Verdade, Esposa sem mácula do Cordeiro, via única de Salvação.
Salve o Sumo Pontífice Bento XVI, doce sombra de Cristo na terra.
Fábio Luciano Silvério da Silva
Zveiter assume TJ do Rio e manda retirar crucifixos
Luiz Zveiter, o novo presidente do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, já chegou ao tribunal fazendo barulho, como era esperado. Mal tomou posse e já determinou a retirada dos crucifixos espalhados pela corte e desativou a capela. Zveiter, que é judeu, quer fornecer um espaço para cultos que atenda a todas as religiões. A primeira determinação do novo presidente já agradou, pelo menos, a um desembargador evangélico da corte, que ficou ressentido por o tribunal não oferecer espaços para cultos da sua religião.
O Past Grão-Mestre Luiz Zveiter foi o Desembargador eleito para assumir a Presidência do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.
Luiz Zveiter foi Grão-Mestre da Grande Loja Maçônica do Estado do Rio de Janeiro por dois mandatos e seu pai, Ministro Waldemar Zveiter é o atual Grão-Mestre e ocupa a função pela terceira vez.
Fonte: http://fratresinunum.wordpress.com/
