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Enfim... Acabou...



Depois de um longo período em que a possibilidade de comungar diretamente na boca fora vedada, enfim, como um sol que volta a surgir, recebemos a feliz notícia de que, novamente, graças a Deus, podemos receber Nosso Senhor de forma mais digna.

Não preciso me alongar neste assunto, cuja breve reflexão é suficiente para fazer notar a inconveniência total de receber o Corpo adorável de Jesus na mão. Recebamo-Lo diretamente na boca como, para citar a comparação feita por Dom Athanasius Schneider no seu livro Dominus Est, uma criancinha que se deixa alimentar. Receber a Santíssima Comunhão com a mão, além de ser uma atitude inadequada diante da realeza de Quem recebemos e demonstrar, de nossa parte, falta de zelo e respeito para com tão grande Mistério, traz ainda os seríssimos riscos de deixar cair fragmentos do Corpo do Senhor, que facilmente ficam na palma da mão ou grudados nos dedos com que se O leva à boca.

Como dizia S. Cirilo de Jerusalém nas Catequeses Mistagógicas, é melhor perderes um dos teus membros a vires a perder um só fragmento do Corpo do Senhor.

Comunhão diretamente na boca!!!
Cum amoré ac timore (Com amor e temor)

Fábio Luciano

V Aniversário do GRAA - Dia 22!!!



Está chegando o dia!!! Sob o tema "Se me amais, guardareis os meus mandamentos" (Jo 14,15), estaremos, no dia 22 próximo, reunidos durante todo o dia num semi-retiro em comemoração e agradecimento pelo nosso 5º ano como Grupo. Este encontro acontecerá no auditório da Prefeitura de União dos Palmares. A comemoração, porém, se iniciará ainda no Sábado, com a Santa Missa e, logo após, com uma apresentação musical do nosso ministério de música.

Estamos tentando ainda confirmar a presença do Pe. Nilton, Pároco de Santana do Mundaú.

Aos que podem estar conosco, está lançado o convite; aos demais, pedimos suas sinceras orações.

Pax et Bonum.

Grupo de Resgate Anjos de Adoração - GRAA.

Complicado, né?



Todos sabemos que os católicos devem obedecer às legítimas autoridades da Igreja. Mas vejo que, ultimamente, foi criado como que uma via de escape... Sob pretexto de estar a seguir a única Igreja de Cristo, tenho visto mil tipos de católicos, das mais diferentes correntes a defenderem mil teorias e a condenarem todas as demais. O problema é que, para cada uma dessas "formas", se arruma uma autoridade que lha represente.

Os sedevacantistas têm seus sacerdotes; os liberais possuem seus bispos. E cada um permanece confortável na própria opinião, pois, para todos os gostos, se arruma uma "autoridade". Neste catolicismo estranho, os santos, doutores e mesmo os papas, bem como aquilo que disseram, tornam-se vítimas de algo muito semelhante ao "livre exame" luterano e, no final, não há negação de si mesmo nem aqui nem na China... Bem.. na China, talvez..

Diante disto, lembro-me de uma música, cuja letra diz: "Para onde ir? Como Te seguir?"

Mas a Verdade tem força por si, e a Igreja tem seu legítimo superior, Sua Santidade Bento XVI, gloriosamente reinante. No entanto, esta multiplicidade até mesmo de "ortodoxias" torna tudo isto muito complexo.... Mil setas apontam mil direções e todas elas ostentam a cruz. Complicado? Muito...

Dia de Finados, a esperança católica e as tolices protestantes.



Veio o tempo de finados, tempo eminentemente católico, infelizmente ainda permeado de superstições, mesmo entre alguns de nós. Tempo onde, visitando o túmulo dos familiares ou amigos falecidos, rezamos pelas suas almas e pelas demais que padecem no purgatório; almas que, como dizia S. Josemaria, são nossas amigas.

Mas, durante este tempo em que, além de rezarmos pelos defuntos, meditamos sobre a morte e as verdades de Fé referentes a ela, os nossos queridos protestantes se exacerbam contra as práticas "idólatras" dos católicos. E lá estão eles nas rádios lendo a Bíblia de qualquer forma e arrotando aqui e ali que "os mortos estão dormindo". Oh sono brabo!!!

Infelizmente, muitos se deixam levar por esta conversa mole, embora a Bíblia seja clarissima a este respeito. Ou seja, mesmo com o seu Sola Scriptura, eles parecem não conhecer a Sagrada Escritura além dos pontos estratégicos que seus pseudo-pastores lhes ensinam.

Sobre a belíssima esperança que se deve ter para imediatamente depois da morte,  uma das passagens que considero mais luminosas foi escrita por S. Paulo, onde ele diz o seguinte:

"Porque para mim o viver é Cristo e o morrer é lucro. Mas, se o viver no corpo é útil para o meu trabalho, não sei então o que devo preferir. Sinto-me pressionado dos dois lados: por uma parte, desejaria desprender-me para estar com Cristo - o que seria imensamente melhor; mas, de outra parte, continuar a viver é necessário, por causa de vós..." (Fl 1, 24).

E como dizia o mesmo Paulo: "A esperança não engana" (Rm 5,5)

Totus tuus Mariae!

Fábio Luciano.

A conversa do laicismo como respeito às diferenças.



Há alguns meses atrás, presenciei uma conversa entre duas jovens. Uma delas, conhecida minha, é ex-carismática e acho que "semi-atéia", pois em virtude de uma pseudo-formação superior da qual foi "sujeito experimental" (cobaia é anti-ético), afirmou certa vez que a "filosofia" a tinha libertado das crendices. (???) Entre pérolas de semelhante preciosidade, recomendou que se assistisse o filme "Lutero" como prova da "falsidade" da Igreja. Veja só... que libertação, não?!

Na conversa a que tristemente assisti, esta "emancipada" jovem estava a condenar a atitude de uma professora de crianças, amiga sua, que teria incluído, dentro das leituras exigidas aos alunos, certos versículos da Bíblia. Falava quase que com indignação, dizendo que isto era anti-ético, que não se pode influenciar nenhum aluno a seguir qualquer religião, que isto deve ser escolha lá deles. Pela entonação da voz, percebia-se que a jovem acreditava estar a dizer qualquer coisa sumamente importante e inquestionavelmente verdadeira. Portava-se mesmo à semelhança de uma heroína no seu intento de libertar a educação de certas imposições e arbitrariedades...

Agora recentemente, noutro dentre tantos casos, vemos o ataque a símbolos religiosos, crucifixos especificamente, cuja existência parece ter valor meramente cultural, e cuja inexistência possibilitaria o reino da liberdade, onde cada um poderia transitar e fazer o que bem quisesse sem o incômodo de uma imagem que, além de mostrar o sofrimento de um Homem a acusar o hedonismo quase declarado de nossa sociedade, Homem este que dizia ser a Verdade, diante da qual se evidencia a fragilidade das vaidades humanas, ainda bem representa uma outra Instituição, por demais incômoda, que bem poderia estar enterrada junto às suas medievalidades.

Em tudo isto, ainda querem fazer crer que o que os motiva é a sede pela liberdade, o respeito pelas diferenças, quando na verdade o que presenciamos, em modo crescente, é a ditadura do relativismo que mais não quer do que robôs alienados que acreditem, enquanto vomitam as formulazinhas vazias de uma educação nojenta, estar a proclamar tesouros de sabedoria. Vã retórica moderna! Os antigos sofistas a venciam de longe! Vergonhosa educação liberal que busca esconder dos olhos dos filhos de Deus os vestígios legítimos da eternidade, da verdade, do bem e do belo.

Sem dúvida, essa construção da ignorância coletiva semi-disfarçada (porque, convenhamos... que disfarce mal feito!) será uma fenômeno de massa... Basta observar as aprovações e elogios sem fim ao que é desprovido de qualquer valor acompanhados do total desprezo pelo que ainda conserva algum. Mas, os santos, os homens da verdade nunca foram os "de massa" e, interessantemente, muitos são os que já se erguem hoje movidos pela sede irrenunciável desta Verdade, pelo ardor da transcendência, pelo anseio legítimo de suas almas, tornado ainda mais evidente pela escassez de valores desta triste sociedade, e que rumam para a fonte perene de todo o bem.

Enquanto nos querem retirar os crucifixos das paredes, eles se imprimirão mais vivamente nos nossos corações, redobrando nossas forças e nossa intransigência com relação ao que é verdadeiro. Enquanto querem impedir-nos de aprender o ensino da Igreja pelas vias ordinárias que nos deveriam fornecer a educação dos valores tradicionais, buscaremos com mais intensidade aprender dos livros, dos pequenos grupos, dos convívios sadios; nos submeteremos à direção de homens verdadeiramente sábios e virtuosos, manteremos nossa espiritualidade e nossos valores, seremos íntimos do Cristo e não compartilharemos das lavagens do mundo... Se a nós foi dada a sublime vocação de sermos luzeiros, isto implica que entre nós e as trevas do mundo há uma viva oposição, e que nossa missão é justamente esta: "não vos contenteis com este mundo".

Enquanto querem acabar com o cristianismo, estão a suscitar o nascimento de Cavaleiros da Cruz como nunca se viu. Guerreiros da noite, experimentados no combate, que trazem consigo a insígnia da Cruz na mão e no coração. Que assim seja...

Estão a mecher num formigueiro...
Enquanto acham que somos poucos, ignoram a existência de nossos amigos do Céu e do nosso grande e invencível general, Nosso Senhor Jesus Cristo...

Os inimigos da Cruz, numa linguagem bem atual, vão se ferrar tudinho..
Mas que Nosso Senhor os converta.... Amém. =D

Salve Maria Virgem, Grande Mãe de Deus!!

Fábio.

Beato Padre Alexij Saritski - Um coração eucarístico no regime estalinista



Dom Athanasius Schneider

Maria Schneider, minha mãe, contava-me: depois da segunda guerra mundial, o regime estalinista deportava muitos alemães do Mar Negro e do rio Volga para os montes Urais, para se servir deles em trabalhos forçados. Todos eram internados em paupérrimas barracas, num ghetto da cidade. Muitas vezes, iam ter com eles, no máximo segredo, alguns sacerdotes católicos, para lhes administrar os sacramentos. E faziam-no, pondo em grave perigo a sua própria vida. Entre esses sacerdotes, que vinham mais frequentemente, estava o Padre Alexij Saritski (sacerdote ucraniano greco-católico e biritualista, morto como mártir no dia 30.10.1963, próximo de Karaganda e beatificado pelo Papa João Paulo II no ano 2001). Os fiéis chamavam-no afectuosamente “o vagabundo de Deus”.

No mês de Janeiro de 1958, na cidade de Krasnokamsk, perto de Perm, nos montes Urais, inesperadamente, chegou em segredo Padre Alexij, proveniente do lugar do seu exílio, da cidade de Karaganda, no Kazakhstan.

Padre Alexij empenhava-se em que o maior número possível de fiéis fosse preparado para receber a Sagrada Comunhão. Por isso, ele mesmo se dispunha a ouvir a confissão dos fiéis literalmente dia e noite, sem dormir e sem comer. Os fiéis continuamente lhe diziam: “Padre deve comer e dormir!” Mas ele respondia: “Não posso, porque a polícia pode prender-me de um momento para o outro e, depois, tantas pessoas ficariam sem se confessar e, por isso, sem comungar”. Logo que todos se haviam confessado, Padre Alexij começou a celebrar a Santa Missa. Inesperadamente, uma voz se ouviu: “A polícia está próxima!”. Maria Schneider assistia à Santa Missa e disse ao sacerdote: “Padre, eu posso escondê-lo, fujamos!”

A mulher conduziu o sacerdote para uma casa fora do ghetto alemão e escondeu-o num quarto, levando-lhe também alguma coisa de comer e disse: “Padre, agora, o senhor pode finalmente comer e repousar um pouco e, quando chegar a noite, fugiremos para a cidade mais próxima”. Padre Alexij estava triste, porque todos estavam confessados, mas não tinham podido receber a Sagrada Comunhão, porque a Santa Missa que apenas tinha começado tinha sido interrompida por causa da aproximação da polícia. Maria Schneider disse: “Padre, todos os fiéis farão com muita fé e devoção a Comunhão espiritual e esperamos que o Senhor possa regressar, para dar-nos a Sagrada Comunhão”.

Chegada a noite, começou-se a preparar a fuga. Maria Schneider deixou os seus dois filhos pequenos (um menino de dois anos e uma menina de seis meses) a sua mãe e chamou Pulcheria Kock (a tia de seu marido). As duas mulheres chamaram o Padre Alexij e fugiram, uns 12 quilómetros através do bosque, com neve e ao frio nada menos que a 30 graus abaixo de zero. Chegaram a uma pequena estação, compraram o bilhete para o Padre Alexij e sentaram-se na sala de espera, porque tinham de esperar ainda uma hora pela chegada do combóio. Inesperadamente abriu-se a porta e entrou um polícia que se dirigiu directamente ao Padre Alexij. Diante do Padre perguntou-lhe: “o senhor onde vai?” O Padre não ficou em condições de responder pelo seu espanto. Ele não temia pela sua vida, mas pela vida e pelo destino da jovem mãe Maria Schneider. Pelo contrário, a jovem mulher respondeu ao polícia: “Este é nosso amigo e nós acompanhámo-lo. Eis o seu bilhete” e entregou o bilhete ao polícia. Este, guardando o bilhete, disse ao sacerdote: “Por favor, não entre no último vagão, porque esse será desligado do resto do combóio na próxima estação. Boa viagem!”. E imediatamente, o polícia saíu da sala. Padre Alexij olhou para Maria Schneider e disse-lhe: “Deus mandou-nos um anjo! Jamais esquecerei aquilo que ele fez por mim. Se Deus mo permitir, regressarei, para dar-vos a Sagrada Comunhão e em todas as minhas Missas rezarei por si e por seus filhos”.

Passado um ano, Padre Alexij, pôde regressar a Krasnokansk. Desta vez, pôde celebrar a Santa Missa e dar a Sagrada Comunhão aos fiéis. Maria Schneider pediu-lhe um favor: “Padre, podereia deixar-me uma hóstia consagrada, porque minha mãe está gravemente doente e ela desejaria muito receber a Comunhão, antes de morrer?” Padre Alexij deixou uma hóstia consagrada, sob a condição de que se administrasse a Sagrada Comunhão com o máximo respeito possível. Maria Schneider prometeu agir desse modo. Antes de se transferir, com a sua família, para Kirghistan, Maria administrou a sua mãe, doente, a Sagrada Comunhão. Para o fazer, ela pôs luvas brancas novas e, com uma pinçazinha, deu a Comunhão a sua mãe. Depois, queimou a bolsa em que estava depositada a hóstia consagrada.

As famílias de Maria Schneider e de Pulcheria Koch transferiram-se depois para Kirghistan. Em 1962, Padre Alexij, visitou secretamente Kirghistan e encontrou Maria e Pulcheria, na cidade de Tokmak. Celebrou a Santa Missa na casa de Maria Schneider e, seguidamente, ainda uma outra vez, na casa de Pulcheria Koch. Como gesto de gratidão a Pulcheria, esta mulher anciã que o tinha ajudado a fugir no escuro e no frio do inverno dos montes Urais, Padre Alexij, deixou-lhe uma hóstia consagrada, dando-lhe, porém, uma instrução bem precisa: “Deixo-lhe uma hóstia consagrada. Faça a devoção dos primeiros nove meses em honra do Sagrado Coração de Jesus. Todas as primeiras sextas-feiras do mês, a senhora faça a exposição do Santíssimo na sua casa, convidando para adoração pessoas de absoluta confiança, e tudo deverá ser feito com a máxima segurança e no maior segredo. Depois do nono mês, a senhora poderá consumir a hóstia, mas faça-o com a maior reverência possível!” E assim se fez. Durante nove meses, houve em Tormak uma adoração eucarística clandestina. Também Maria Schneider estava entre as adoradoras.

Estando de joelhos diante da pequenina hóstia, todas as senhoras adoradoras, estas senhoras verdadeiramente eucarísticas desejavam ardentemente receber a Sagrada Comunhão. Mas, infelizmente, havia apenas uma pequena hóstia e, ao mesmo tempo, numerosas pessoas desejosas de comungar. Por isso, Padre Alexij tinha decidido que, no fim dos nove meses, a recebesse apenas Pulcheria e todas as outras mulheres fizessem a Comunhão espiritual. No entanto, estas Comunhões espirituais eram muito preciosas, porque tornavam estas mulheres “eucarísticas” capazes de transmitir aos seus filhos, por assim dizer, com o leite materno, uma profunda fé e um grande amor à Eucaristia.

A entrega daquela pequena hóstia consagrada a Pulcheria Koch, na cidade de Tokmak, em Kirghistan, foi a última acção pastoral do Beato Alexij Saritski.

Imediatamente depois do seu regresso a Karaganda, da sua viagem missionária a Kirghistan, no mês de Abril do ano de 1962, Padre Alexij foi preso pela polícia secreta e posto no campo de concentração de Dolinks, perto de Karaganda.

Depois de muitos maus tratos e humilhações, Padre Alexij obteve a palma do martírio “ex aerumnis carceris”, no dia 30 de Outubro de 1963. Neste dia, celebra-se a sua memória litúrgica, em todas as igrejas católicas de Kazakhstan e da Rússia; a Igreja greco-católica ucraniana celebra-o, juntamente com outros mártires ucranianos, no dia 27 de Junho. Foi um santo eucarístico que conseguiu educar mulheres eucarísticas. Estas mulheres eucarísticas eram como flores crescidas na escuridão e no deserto da clandestinidade, tornando assim a Igreja verdadeiramente viva.

Dominus Est, Dom Athanasius Schneider.

Coming back once more!

Mais uma vez voltando depois de mais uma vez dodói. =D
Pax.

Fábio

Santos de Cristo...



Certa vez, assistindo a clássica Batalha de Hades dos Cavaleiros do Zodíaco, ouvi uma frase muito interessante; o antigo "papa" dos Cavaleiros, deparando-se com os atuais que choravam a morte de sua deusa, comentou tristemente: "como decaíram os santos de Athena"...

Fico a pensar se não seria o que diria qualquer santo de Cristo que, observando os tempos calamitosos em que vivemos, testemunhasse estarrecido a covardia da grande maioria, o modo vergonhoso como, a despeito da Verdade, se busca todo tipo de conciliação, como Judas que, estreitando laços com os fariseus, terminou por trair o Cristo.

Claro que os santos são sempre santos, e a nossa época não será diferente das outras: Deus os suscitará. Mas se usarmos este termo para nos referirmos a todos os cristãos, como o faziam os primeiros, poderíamos bem dizer: "como decaíram os 'santos'"...

A coisa é evidente. Mesmo quem não se dá a um estudo sistemático da atual crise por que passa a Igreja, constata a fragilidade de um novo "cristianismo" que se prega e se busca viver hoje: religião por demais confortável, onde a "morte para o mundo" perdeu o sentido; onde a Cruz foi abandonada e as estátuas de Jesus vestem jeans.

Um colega meu me falava ainda ontem algo a respeito disto... As coisas desandam; parece tomar forma o terrível salmo: "O Senhor, do alto do céu, observa os filhos dos homens, para ver se, acaso, existe alguém sensato que busque a Deus. Mas todos eles se extraviaram e se perverteram; não há mais ninguém que faça o bem, nem um, nem mesmo um só" (Sl 13,2-3).

Felizmente, a profecia não se adequa totalmente ao nosso tempo. Desde que Cristo está conosco, embora ainda rejeitado por muitos, é, no entanto, acolhido por um "pequeno rebanho" que Lhe reconhece a amorosa voz e se faz surdo aos gritos dos inimigos que mais não querem senão "roubar, matar e destruir"... Há sim ainda os que, sob o estandarte da Cruz, fitam o Céu e suspiram, cultivando na alma aquela inimizade instituída pelo próprio Deus entre a descendência da serpente e a descendência da Mulher, mas estes são poucos...

Os santos dos tempos difíceis serão gloriosos... Isto me enche de esperança. Raios terríveis de luz que rasgarão a densidade das trevas de agora... Então se poderá dizer: "Isto é um santo! Agora sei que existem!"

Mas enquanto isto, enquanto a criação geme em dores de parto esperando estes dias, assistimos o ridículo espetáculo de descaso, de dissimulação, de solene traição dAquele cuja indignação é infinitamente terrível... "Caiam sobre nós as pedras e nos escondam", gritarão os que agora fazem da religião uma massa disforme de ideologias...

"Quanto a mim, é em vós, Senhor, que ponho minha esperança" (Sl 54,24)
"Gira o mundo, mas a Cruz permanece firme" (Lema dos Monges Cartuxos)

Fábio.

Ontem, 25 de outubro, foi dia de Nossa Senhora de Fátima


Eu e o Pe. Iranjunio pouco antes da procissão de Nossa Senhora de Fátima

No evento da Aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos de Fátima, uma de Suas grandes recomendações fazia referência à oração do Santo Terço. Por este motivo, transcreverei aqui mais um trecho do Tratado da Verdadeira Devoção, de São Luís Maria, a respeito desta oração tão simples e tão profunda. Sei que muito já tenho postado a respeito desta obra, mas o faço porque, além de ser a minha leitura atual, nela se encontram preciosíssimos tesouros espirituais; diria-se mesmo que o livro está permeado do perfume dAquela que o inspirou... Vamos ao texto..

Grande devoção à Ave Maria e ao terço.

Quinta prática - Terão grande devoção ao recitar a Ave-Maria, ou a Saudação Angélica, da qual bem poucos cristãos, mesmo esclarecidos, conhecem o valor, o mérito, a excelência e a necessidade . Foi preciso que a Santíssima Virgem aparecesse várias vezes a grandes santos muito doutos, para demonstrar-lhes o mérito desta pequena oração, como sucedeu a S. Domingos, a S. João Capistrano, ao bem-aventurado Alano de la Roche. E eles compuseram livros inteiros sobre as maravilhas e a eficácia da Ave-Maria, para conversão das almas. Altamente publicaram e pregaram que a salvação do mundo começou pela Ave-Maria, e a salvação de cada um em particular está ligada a esta prece; que foi esta prece que trouxe à terra seca e árida o fruto da vida, e que é esta mesma prece que deve fazer germinar em nossa alma a palavra de Deus e produzir o fruto de vida, Jesus Cristo; que a Ave-Maria é um orvalho celeste, que umedece a terra, i.é, a alma, para fazer brotar o fruto no tempo adequado; e que uma alma que não for orvalhada por esta prece ou orvalho celeste não dará fruto algum, nem dará senão espinhos, e não estará longe de ser amaldiçoada (Heb 6,8).

No livro "De dignitate Rosarii" do bem-aventurado Alano de la Roche, lê-se o seguinte que a Santíssima Virgem lhe revelou: "Saibas, meu filho, e comunica-o a todos, que um sinal provável e próximo de condenação eterna é a aversão, a tibieza, a negligência em rezar a Saudação Angélica, que foi a reparação de todo o mundo (Cap.II). Eis aí palavras consoladores e terríveis, que se custaria a crer, se não no-las garantissem esse santo homem e antes dele S. Domingos, como, depois dele, muitos personagens fidedignos, com a experiência de muitos séculos. Pois sempre se verificou que aqueles que trazem o sinal de condenação, como os hereges, os ímpios, os orgulhosos, e os mundanos, odeiam e desprezam a Ave-Maria e o terço. Os hereges ainda aprendem e recitam o Pai-Nosso, mas abominam a a Ave-Maria e o terço. Trariam antes uma serpente sobre o peito do que o rosário ou o terço.

Os orgulhosos também, embora católicos, mas tendo as mesmas inclinações que seu pai Lúcifer, desprezam ou mostram uma indiferença completa pela Ave-Maria, considerando o terço como uma devoção efeminada, suficiente para os ignorantes e analfabetos. Ao contrário, tem-se visto e a experiência o prova que aqueles e aquelas que possuem outros e grandes indícios de predestinação, amam, apreciam e recitam com prazer a Ave-Maria. E que quanto mais são de Deus, tanto mais amam esta oração. É o que a Santíssima Virgem diz também ao bem-aventurado Alano, em seguida às palavras que citei.

Não sei como isto acontece nem por que; entretanto é verdade, e não conheço melhor segredo para se verificar se uma pessoa é de Deus, do que examinar se gosta ou não de rezar a Ave-Maria e o terço. Digo: gosta, pois pode acontecer que alguém esteja na impossibilidade natural ou até sobrenatural de dizê-la, mas sempre a ama e inspira aos outros.

Almas predestinadas, escravas de Jesus em Maria, aprendei que a Ave-Maria é a mais bela de todas as orações, depois do Pai-Nosso. É a saudação mais perfeita que podesi fazer a Maria, pois é a saudação que o Altíssimo indicou a um arcanjo, para ganhar o coração da Virgem de Nazaré. E tão poderosas foram aquelas palavras, pelo encanto secreto que contêm, que Maria deu seu pleno consentimento para a Encarnação do Verbo, embora relutasse em sua profunda humildade. É por esta saudação que também vós ganhareis infalivelmente seu coração, contanto que a digais como deveis.

A Ave-Maria, rezada com devoção, atenção e modéstia, é, como dizem os santos, o inimigo do demônio, pondo-o logo em fuga, e o martelo que o esmaga; a santificação da alma, a alegria dos anjos, a melodia dos predestinados, o cântico do Novo Testamento, o prazer de Maria e a glória da Santíssim Trindade. A Ave-Maria é um orvalho celeste que torna a ama fecunda; é um beijo casto e amoroso que se dá em Maria, é uma rosa vermelha que se lhe apresenta, é uma pérola preciosa que se lhe oferece, é uma taça de ambrosia e de néctar divino que se lhe dá. Todas estas comparações são de santos ilustres.

Rogo-vos instantemente, pelo amor que vos consagro em Jesus e Maria, que não vos contenteis de recitar a coroinha da Santíssima Virgem, mas também o vosso terço, e até, se houver tempo, o vosso rosário, todos os dias, e abençoareis, na hora da morte, o dia e a hora em que me acreditastes; e, depois de ter semeado sob as bênçãos de Jesus e de Maria, colhereis bênçãos eternas no céu: Qui seminat in benedictionibus, de benedictionibus et metet" (2 Cor 9,6)

S. Luís Maria Grignion de Montfort, Tratado da Verdadeira Devoção à Santíssima Virgem

Curso de História da Filosofia - Carlos Nougué


O Blog Contra Impugnantes está divulgando o "Curso de História da Filosofia: do impulso grego ao abismo moderno" que será ministrado pelo prof. Carlos Nougué.

Ótima oportunidade...

Maiores informações, acessem: Contra Impugnantes.

Crisma, Sacramento da Confirmação e da Maturidade Cristã, Pentecostes na Vida do Católico



Hoje, 23 de outubro de 2009, cerca de 150 jovens da Paróquia de União dos Palmares receberão o Sacramento da Confirmação, dentre os quais dois serão meus afilhados. Espero corresponder à seriedade deste serviço.

Deixo aqui as congratulações para todos os que serão, daqui a pouco, agraciados por esta especial efusão do Santo Espírito que os marcará indelevelmente, e particularmente aos dois que me confiaram como padrinho, o Bruno e a Ana Patrícia. Que Deus os abençoe e guarde e que Nossa Senhora os conduza pelas sublimes e belíssimas vias da Santidade.

A Celebração será presidida pelo Arcebispo da Arquidiocese de Maceió, Dom Antônio Muniz.

Parabéns.

Pax et Bonum

Fábio Luciano.

Diálogo de um judeu com Jesus


Jacob Neusner
Joseph Ratzinger

Neusner, crente judeu e rabino, cresceu em amizade com cristãos católicos e evangélicos, ensina na universidade juntamente com teólogos cristãos e situa-se perante a fé dos seus colegas cristãos com grande respeito; no entanto continua profundamente convencido da validade da explicação judaica das Sagradas Escrituras. O seu respeito ante a fé cristã e a sua fidelidade ao judaísmo levaram-no a procurar o diálogo como Jesus.

Neste livro (A Rabbi talks with Jesus. An Intermillenial interfaith exchange), ele se coloca entre a multidão dos seus discípulos no "monte" da Galiléia. Ele escuta Jesus, compara a sua palavra com as palavras do Antigo Testamento e com as tradições rabínicas, tal como se encontram guardadas na Mischna e no Talmude: ele vê nestas obras tradições orais do início dos tempos que lhe oferecem a chave de interpretação para a Tora. Ele escuta, compara e fala com Jesus. Ele se sente tocado pela grandeza e pela pureza do que é dito e ao mesmo tempo inquieto sobre a irreconciliabilidade última que encontra no núcleo do Sermão da Montanha. Então acompanha Jesus a caminho de Jerusalém, ouve como é que nas palavras de Jesus esta temática é retomada e depois desenvolvida. Sem cessar, procura compreender; sem cessar, agita-o a grandeza; e sempre conversa com Jesus. Mas no fim decide-se por não seguir Jesus. Ele permanece - como ele mesmo diz - no "Israel eterno" (p.141).

O diálogo do rabino com Jesus mostra como a fé na palavra de Deus nas Sagradas Escrituras cria simultaneidade entre os tempos: a partir das Escrituras pode o rabino entrar no hoje de Jesus, e a partir delas Jesus vem ao nosso hoje.

(...) Procuremos captar o essencial deste diálogo, para conhecermos Jesus e compreendermos melhor os nossos irmãos judeus. O ponto central torna-se muito bem visível, como me parece, numa das mais impressionantes cenas que Neusner esboça em seu livro. Neusner tinha, no seu diálogo interior, seguido Jesus durante todo o dia e retira-se então para a oração e para o estudo da Tora com os judeus de uma pequena cidade, para conversar com o rabino de lá sobre tudo o que ouviu - sempre no pensamento da simultaneidade acima dos séculos.

O rabino cita do Talmude babilônico: "o rabino Simlaj explicava: 613 preceitos foram transmitidos por Moisés; 365 (proibições) correspondem aos dias do ano solar, e 248 (mandamentos) correspondem às articulações do homem. Em seguida veio Davi e reduziu-os a 11... Depois veio Isaías e reduziu-os a 6... Depois veio de novo Isaías e reduziu-os a 1... Mais ainda: em seguida veio Habacuc e reduziu-os a um, que quer dizer: o piedoso viverá pela sua fé (Hab 2,4).

No livro de Neusner vem em seguida este diálogo: "'Era isto', pergunta o mestre, 'que Jesus, o mestre, tinha para dizer?' Eu: 'não propriamente, mas mais ou menos'. Ele: 'O que foi que ele omitiu?' Eu: 'Nada'. Ele: 'O que foi que ele acrescentou?' Eu: 'A si mesmo'" (p. 113s).

Este é o ponto central da "impressão" perante a mensagem de Jesus para o crente judeu Neusner, e esta é a razão central por que ele não quer seguir Jesus, mas permanece no "eterno Israel": a centralidade do Eu de Jesus na sua mensagem, que a tudo dá uma nova direção. Neusner cita neste momento, como prova para esta "adição", a palavra de Jesus ao jovem rico: se queres ser perfeito, vai, vende tudo o que tens e segue-Me (cf. Mt 19,21; p.114). A perfeição, a santidade exigida pela Tora, como Deus é santo (Lv 19,2; 11,44) consiste agora em seguir Jesus.

Joseph Ratzinger, Jesus de Nazaré.

Debate entre Richard Dawkings e John Lennox

Há alguns dias, transitando por alguns blogs como sempre faço, me deparei, no Lúdico Medieval, com o primeiro de uma série de vídeos onde se mostra um debate entre estes dois indivíduos: Richard Dawkings, que já é famoso por defender o ateísmo, e John Lennox que, na falta de uma maior pesquisa de minha parte para fazer tal afirmação, pareceu-me um cristão protestante, sobretudo na visão equivocada sobre as Cruzadas.

Fiz questão de assiti-los antes de postá-los. Vai que o debate não era lá esta coisas.. rs...
Mas apreciei muito o que vi, e, embora eu seja suspeito pra dizer, o John Lennox é muito superior ao seu adversário. O debate gravita em torno de um livro do sr. Dawkins entitulado "Deus, um delírio", e recomendo muito aos interessados e pacientes o que assistam. Se não tiverem o tempo de verem aqui no blog ou direto no youtube, façam como eu que os baixei e assisti em casa. rs... Enfim... Vamos aos vídeos.






















Descanse em Paz



Comunicamos, com pesar, o falecimento da senhora Júlia Azevedo, mãe do vigário Pe. Francisco Carlos de Azevedo da Paróquia de Santa Maria Madalena, em União dos Palmares.

O Grupo de Resgate Anjos de Adoração - GRAA oferece os seus pêsames e sua solidariedade ao Padre Francisco.

Pedimos, enfim, aos amigos e leitores que rezem pela alma desta senhora que parte para a eternidade, bem como para o conforto do seu filho.. Confiamos à Virgem Santíssima toda esta situação..

Que enfim, a senhora Júlia Azevedo possa descansar em Paz.

Grupo de Resgate Anjos de Adoração - GRAA

É cada coisa...


Recentemente, deparei-me com algumas religiosas, do convento das Ursulinas; obviamente, estão ainda em processo de formação, mas já convivem junto com as outras irmãs. Na mesa onde almoçávamos, uma delas falou a respeito de um "encontro da unidade" que, segundo me pareceu pelo contexto da prosa, e também pelo nome sugestivo, era um encontro de várias denominações, daqueles onde se usa o termo "ecumenismo" como sinônimo de sincretismo.

Estávamos eu e o coordenador do Anjos de Adoração. Passado algum tempo, foi-nos perguntado se fazíamos parte da PJMP. Como a resposta fosse negativa, fez-se um semblante meio que de expectativa frustrada. Fiquei a pensar: que tipo de vivência cristã estão a ter estas irmãzinhas desavisadas? Houve tempo em que entrar num convento era como refugiar-se das ilusões do mundo e agarrar-se mais estreitamente à Verdade que é Cristo. Hoje, porém, parece acontecer o contrário: os que adentram em certos ambientes religiosos, se desprovidos de sólidas bases cristãs, tornam-se vítimas das ideologias transmutadas de catolicismo.

De um lado, o relativismo, que leva a considerar as diferenças doutrinais entre católicos e prostestantes como secundárias e dispensáveis em vista da união das religiões, mais próxima do ideal maçon. De outro, a introdução às ideologias de esquerda, distorcendo o claro conceito de caridade cristã. Disto se segue o descaso pela doutrina, o desprezo pelo hábito e as vestes litúrgicas, culminando tantas vezes naquele arroto proferido, certa vez, por um frade capuchinho: "namorar de vez em quando não faz mal".

Não falo aqui de detestar os protestantes, não é isso. É bem possível tratar com estes, e devemos mesmo amá-los... A conversão de um deles, então, pode se dar desta forma. O que não podemos amar ou sequer olhar com simpatia é o protestantismo, que é um erro! Convém respeitar a Fé! Não se misturam as coisas! Verdade e erro se excluem; não há amizade possível entre eles.

Porém, qual não foi minha surpresa quando, indagando um jovem senhor a respeito de seus filhos, a irmã concordou com o fato de este haver se programado ter apenas dois, acrescentando, em seguida, o seu tosco comentário: "pra que ter preocupação tão jovem?" Meu Deus! Isto veio de uma religiosa!

Que tristeza é ver que, nestes lugares onde se deveriam formar pessoas convictas a respeito da Fé e preparadas para defendê-la e vivenciá-la, o que se parece fazer é nublá-la, misturá-la, distorcê-la, negá-la na prática. Que pena é ver que um coração que decidiu se entregar a Cristo, uma vez que ingressa em muitas destas casas "religiosas", só aprenderá o erro e, posteriormente, o defenderá.

Claro que não generalizo, mas, de fato, é a realidade da maioria destes ambientes. Eu mesmo tive esta experiência: num encontro vocacional que fiz no Carmelo Calçado, o superior da casa, diante da minha pergunta a respeito da TL, afirmou categoricamente que ela é necessária, conforme o expressou João Paulo II. Desde então, somado este fato a outros que lá presenciei, nunca mais pus os pés dentro daqueles muros, graças a Deus.

Como dizia Dom Henrique Soares, nascemos em tempos difíceis, onde os religiosos repudiam o hábito e passam o dia a dormir em redes escutando Maria Betânia. Um dos frades carmelitas do convento já citado, questionado por mim sobre o porquê de não usar sempre o hábito, me deu a profundíssima resposta: "por que é feio"...

Diante de tudo isto, devemos rezar e cuidar para, dentro das nossas possibilidades, difundirmos o ensino correto da Igreja e estimularmos as pessoas a quererem aprender. Porém, nós mesmos devemos evitar duas coisas, pelo menos:
1- Que nossa soberba arruíne o fruto do nosso apostolado;
2- Que, como dizia S. Paulo, não venhamos, nós mesmos, a renegar, por nossos atos, aquilo que defendemos. Sobre isto nos dizia Nosso Senhor: "Se a vossa justiça não for maior do que a dos fariseus, não entrareis no Reino"

Mas, dentro da pureza de intenção, não tenhamos receio de fazer a nossa pequena parte. Mesmo uma conversa com um amigo, na porta de casa, é importante. Sobre isto nos diz Nosso Senhor: "maior é a alegria no Céu por um pecador que se converte, do que por noventa e nove justos que permanecem".

Que Deus tenha misericórdia de nós e, nestes tempos difíceis, suscite, cada vez mais, grandes santos e defensores da Fé.

Fábio Luciano.
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