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Ontem celebramos a Festa de Cristo Rei!!



Não deixa de ser sugestivo que Cristo se apresente como Rei, e não como presidente (alguns dirão que a razão disto é a de não haver, naquela época, esta forma de governo. É uma explicação confortável e fácil...) Nesta monarquia divina, todos estamos submetidos a Ele, soberano Senhor, que o mundo não reconheceu.. Diante da pergunta feita por Pilatos: "Então tu és Rei?", Nosso Senhor responde: "Sim, eu sou! Para isto vim ao mundo, para dar testemunho da Verdade. Todo aquele que é da Verdade, ouve a minha voz".

O Reino de Cristo, então, é o reino da Verdade, pois Ele mesmo é a Verdade. Todo o que busca a Verdade, escuta a Sua voz, conforme Ele disse: "as minhas ovelhas conhecem a minha voz". Portanto, viver da Verdade, amar a Verdade é, forçosamente, submeter-se a este Rei e escutar-Lhe a voz adorável. Tudo quanto se distancie deste Rei pertence ao reino da mentira.

Uma outra característica essencial deste Reino que já é presente e que virá é a sua sobrenaturalidade: "o meu Reino não é deste mundo". Há tantas pessoas que querem conceber um evangelho rasteiro, materialista... Se reduzem às ideologias políticas, aos prazeres imediatos, a uma felicidade opaca que, antes de saciar, torna grosseiro o paladar.. Estes dizem que é muito fácil pôr-se à espera do porvir; mas, ao contrário, creio ser muito mais confortável este imediatismo, esta "religião" que não olha pra cima, mas quer o "aqui e agora".

Estamos entrando no Advento... Estamos já vivendo, intensamente, a espera do Senhor.. Mas, que sentido tem esta espera para estes que, continuamente, rejeitam este Rei? Ele nascerá na pobreza de Belém; o Verbo eterno se fará infante. Nascerá à companhia de animais, depois de negarem-Lhe um abrigo. E hoje, será diferente? Que maior desprezo que o de ser esquecido no próprio aniversário? O natal se avizinha; mas muitos estarão ocupados, bêbados, voltados para os seus presentes, ou para os seus vícios, suas orgias, suas festas profanas, seus banquetes... E o Pobrezinho de Belém, Rei eterno e soberano, estará, de novo, só...

Posso dizer que Cristo é meu Rei se partilho destas coisas? Se o nego? Se não paro para escutar-Lhe a voz e ouvir Suas palavras de vida? Se não O vou adorar? Que sentido tem cultivar a minha hipocrisia se, enfim, não pretendo submeter-me a este Rei? A alegria do Natal só é verdadeira para os que se alegram com a chegada dEle. Esta alegria encontra sua razão de ser no Amor...

Adorado sejas, divino Infante, Rei soberano!!!
Reina sobre nós e prevalece sobre os teus inimigos.. Vença-os todos!

Christus Vincit, Christus Regnat, Christus Imperat!

Mancipia Christi

Fabio.

Estive ocupado...

Estes últimos dias estive bem ocupado, motivo pelo qual não fiz postagens recentemente. Entre outras ocupações que tive, participei de uma Assembléia Aquidiocesana na cidade de Maceió, um evento que me deixou um tanto impressionado e que reforçou ainda mais a convicção desta crise na Igreja pela qual passamos. Certos pormenores disto, escreverei logo mais no outro blog.

Evento "II Expressa Cristo"



Neste próximo sábado, dia 21 de Novembro, acontecerá o "II Expressa Cristo", evento promovido pelo Ministério de Teatro Servos do Senhor. Tal se dará no Colégio José Correia Viana a partir das 19h, sob o tema "As portas se abrem".

O Grupo de Resgate Anjos de Adoração, segundo convite dos organizadores, também participará deste evento  que será voltado, particularmente, para o público jovem. Participem...

Formações sobre Liturgia



Caríssimos, o site Salvem a Liturgia estará disponibilizando formações sobre liturgia aos que assinarem a lista de e-mails. Aproveitem! Acessem aqui...

Deixo também a recomendação feita pelo blog Oblatvs do site Movimento Litúrgico, também sobre liturgia.

Deus os abençoe e guarde. Pax.

Fábio.

Um Seminarista Marxista - É possível uma contradição maior?


E eles fazem a festa...

Neste último final de semana, um seminarista de 23 anos, cujo nome aqui preservo, na cidade de Maceió, lançou o seu primeiro livro. Parece que este era o seu trabalho de conclusão do curso de Filosofia. Porém, muito estranhei ao ver o título do livro e ainda mais surpreso fiquei ao saber que o que ali estava escrito representava a sua adesão pessoal àquela teoria.

Já na capa, se distinguiam claramente aqueles dois instrumentos que, associados, simbolizam aquela pseudo-filosofia repugnante: a foice e o martelo mostravam que o livro tratava sobre o marxismo. A princípio, este pode ser naturalmente um tema abordado por um católico; mas, em geral, se assim fosse, o estudo não consistiria em uma defesa da teoria, mas, antes, em um ataque, uma refutação. E isto, não a partir de uma raiva a priori pelas falácias esquerdistas, mas porque espera-se de um católico que curse filosofia que se dê ao mínimo interesse metafísico, o que seria suficiente para reputar a foice e o martelo para o canto das historietas e ingenuidades.

Pois bem. Um amigo meu foi ver este episódio singular e atestou-me que o seminarista em questão é totalmente marxista. Já aí existem vários problemas. O rapaz, mesmo que não saiba, está em uma grande contradição. Explico-me: alguém não pode ser marxista e não ser materialista; uma coisa implica a outra. Ora, o materialismo é uma visão cosmológica, como o afirmara Plekhanov, que afirma que a matéria encerra o real. O terreno espiritual, que espera-se familiar de um seminarista, é tido como ilusório para os materialistas. Se alguém concebe, porém, que, além da matéria, existe a esfera espiritual, tal pessoa não pode ser materialista e, portanto, não pode ser marxista. Por isto mesmo, reconhece-se facilmente que o cerne do marxismo é o ateísmo, e isto é consenso não apenas entre os católicos que estudam estas questões, mas inclusive entre os marxistas mais sinceros. A existência de Deus seria uma evidência da falsidade intrínseca do materialismo.

Com base nestas afirmações, notemos, então, a desafinada situação em que se encontra o nosso jovem escritor: é seminarista (caminha para o sacerdócio), é marxista, o que implica que seja materialista, o que o faria, na prática, um ateu. No entanto, não creio que o rapaz se declare nesta última posição. Logo nos agradecimentos de seu livro, Deus é citado e não creio que este jovem estaria num seminário se não acreditasse na divindade. Mas justamente por isto, a contradição permanece. E se ele não nota esta gigante incongruência de sua posição, então teríamos de supor uma formação filosófica quase que cômica, que o levaria a assumir a posição marxista (ou melhor, a repetir certos conceitos) e permanecer confortável como seminarista católico. Isto, porém, vai mais a fundo; considerando que o nosso colega faz parte de um contexto, independentemente de suas leituras particulares, poderíamos nos questionar qual a qualidade do ensino ministrado neste seminário... Este meu amigo, que já fora seminarista também, garante a boa formação que lá se tem. Se assim é, sinceramente não entendo como um seminarista possa assumir o marxismo como filosofia própria. E Sto Tomás de Aquino? Às latrinas?

Outro dia, eu conversava com um outro seminarista do mesmo lugar. Adentrando nestes campos esquerdistas, o rapaz falou algo mais ou menos assim: “É... o sempre presente Marx”... Só um esclarecimento: este rapaz é carismático. Não creio que tenha, também, assumido a posição materialista, mas a maneira quase solene, quase de veneração, com que soltou aquele arroto “filosófico” mostra um respeito excessivo ao marxismo, que um católico não precisa ter...

Parece que, mais uma vez, estamos diante de Cristo e Barrabás, e que alguns daqueles que estão a consagrar a vida pelo Primeiro, conhecem-No tão pouco que optam pelo segundo: abandonam a Verdade e, como já escrevia S. Paulo, dão-se às fábulas.

Rezemos pelos seminaristas, nossos futuros padres...

Fábio Luciano

Quase uma nova fé: a brutalidade como regra....


Católico tem que ser assim, é???

Há quem ofenda, quem xingue, e pense nisto haver qualquer mérito; complicado quando certas pessoas, pretensamente devotas, assumem tal atitude como sinônimo de convicção; porém, por vezes, tal representa justamente o contrário. O respeito se requer em todo tempo, e não digo aqui o politicamente correto, mas o, ao menos, saber conversar como gente civilizada. Não raro, as pessoas mais firmes e seguras do que defendem são muito respeitosas. Mas quando tal firmeza não há, fica fácil apelar para a violência. Fiz bem esta experiência: alguns anos atrás, nas aulas de Kung Fu, havia um professor particularmente violento; não hesitava em golpear com força e gostava de toda aquela demonstração de poder, de barulho de pisadas e chutes, de tapas e coisas similares. Porém, dentre os professores, era ele o mais fraco, de menor resistência e flexibilidade, de menor agilidade. Para esconder esta sua fraqueza, escondia-se desesperadamente por trás de uma imagem agressiva... Mas escondia só de si mesmo. Não era difícil notar... O meu professor, ao contrário, muito técnico, ágil e resistente, demonstrava-se habilidoso sem querer, pelo simples respeito nos combates. Sua superioridade era notória, e encantava. Quando precisava ser firme, o fazia sem medo.

A atitude agressiva, quando legítima, é sempre um a posteriori, é sempre resposta a algo, e nunca o início de uma relação; se não for assim, se a agressividade se mostra já no primeiro movimento, podemos dizer que estamos diante de uma fera (cômico é que alguns tomam isto por elogio). A violência a priori busca razão de ser em si mesma e isto lhe tira a legitimidade. Os chicotes usados por Jesus, como tantos gostamos de lembrar, era uma resposta ao desrespeito com algo que Lhe era muito caro, e tinha como motor o profundo amor que Lhe consumia. Neste sentido, poderíamos dizer que sua atitude foi, pura e simplesmente, de amor... Ao contrário, se a violência é gratuita, é mais provável que seja uma expressão do próprio orgulho e soberba, isto é, do amor próprio. No fim das contas, dizer que isto é por Deus é muito fácil.

É comum que muitos se incomodem com este texto, mas creio não ser necessário dizer que ele não visa ninguém em particular. Não é de hoje que me enfado com o azedume de certos “apologetas”. Alguém dirá que sou um romântico, ou outro qualquer termo que se convencionou usar pra quem não vive a ranger os dentes para os outros, mas, particularmente, digo com toda a calma: tais suposições a meu respeito não me incomodam.

Se há quem se enraiveça com estas linhas, isto só prova a sua falta de sinceridade, pois nem se deu ao exercício da reflexão. Se a própria imagem lhe é tão cara, o que faz se escondendo por traz do Crucificado? Se suas paixões o dominam e nem nota, é certo que ao menos iniciou o processo de conversão? Como já escreveu alguém, a cabeça dos outros é o pior lugar para ser feliz. E o mesmo digo eu: os olhos dos outros são o pior lugar pra construir uma imagem de santidade; se os olhos divinos não partilham disto, de nada vale. Como muito bem ensinou o grandioso e pequenino S. Francisco de Assis: “o homem é o que é diante de Deus, e nada mais”.

E como ainda escreveu meu querido pai S. João da Cruz: “Jesus é pouco conhecido, mesmo pelos que se dizem seus amigos”.

Fábio Luciano.

Blog Adversus Haereses - hackeado, mas voltando...

Todos já estamos sabendo que o blog Adversus Haereses, do amigo Daniel, foi hackeado e tirado do ar.
Como muitos já disseram, um ótimo blog. Tal atitude vergonhosa, por parte de quem quer que seja, só testemunha em favor da Verdade, que o blog em questão tão bem defendia. O mesmo fizeram com Nosso Senhor: na impossibilidade de vencê-Lo nos argumentos, usaram da violência covarde.

Mas a coisa não acaba aí... Graças a Deus o amigo Daniel reativará seu blog e, tudo indica, agora de uma forma particular, mais de acordo com o que pretendia. Por vezes, as coisas acontecem assim: os inimigos da Cruz terminam sendo instrumentos para o aperfeiçoamento dos amigos de Deus. Afinal, está escrito: "tudo concorre para o bem dos que amam a Deus". Enfim, se, por um lado, estamos decepcionados pela covardia tão radicalmente manifesta, por outro, ficamos esperançosos pelo que virá.

Força, caro Daniel!

Fábio.

A romanidade da Igreja - Dom Marcel Lefebvre



Não se pode negar que isto seja um fato providencial. Deus, que conduz todas as coisas na sua sabedoria infinita, preparou Roma para se tornar a cátedra de Pedro e o centro de irradiação do Evangelho. Daí o adágio: “Unde Christo e Romano”.

Dom Guéranger, na sua Histoire de Sainte Cécile, mostra a importante participação que os membros das grandes famílias romanas tiveram na fundação da Igreja, dando seus bens e seu sangue pela vitória do reino de Jesus Cristo. Nossa liturgia romana é disso testemunha fiel.

A Romanidade não é uma palavra vã. A língua latina é um exemplo importante. Ela levou a expressão da fé e do culto católico até os confins do mundo. E os povos convertidos eram firmes em, nessa língua, cantar sua fé, símbolo real da unidade da fé católica.

Os cismas e as heresias começaram frequentemente por uma ruptura com a Romanidade, ruptura com a liturgia romana, com o latim, com a teologia dos Padres e dos teólogos latinos e romanos.

(...) Tenhamos gosto em examinar como os caminhos da Providência e da Sabedoria divina passam por Roma e concluiremos que não se pode ser católico sem ser romano. Isto se aplica também aos católicos que não têm a língua latina nem a liturgia romana; se permanecem católicos é porque permanecem romanos, como os maronitas, por exemplo, pelos laços com a cultura francesa católica e romana que os formou.

É um erro, a propósito da cultura romana, falar em cultura ocidental. Os judeus convertidos trouxeram com eles do Oriente tudo o que era cristão, tudo o que no Antigo Testamento era uma preparação e iria servir de apoio ao Cristianismo, tudo o que Nosso Senhor assumiu e que o Espírito Santo inspirou os Apóstolos a utilizarem. Quantas vezes as epístolas de São Paulo nos falam sobre isso! Deus quis que o Cristianismo, moldado por Roma, recebesse um vigor e uma expansão excepcionais. Tudo é graça no plano divino, e Nosso divino Salvador dispõe de tudo, como é tido dos romanos, “cum consilio et patientia” ou “suaviter et fortiter”!

Também nós devemos guardar esta Tradição romana querida por Nosso Senhor, como Ele quis que nós tivéssemos Maria Santíssima por Mãe.

Mons. Marcel Lefebvre, A Vida Espiritual Segundo São Tomás de Aquino.

Terrível!!! Candomblé na Igreja. Ao vivo é ainda mais grotesco...


ele deve estar sorrindo...


Mas e Ele?.. Está só...


Ainda agora fui à Igreja, como sempre faço. Saí do trabalho, passei em casa, vesti uma calça e uma camisa mais adequada e rumei apressadamente para a Matriz de Santa Maria Madalena. Até aí, nada demais. Porém, tão logo cheguei lá adentro, após a genuflexão e uma breve oração, voltei-me para a sacristia, e, surpresa: havia um considerável grupo de pessoas, com roupas bem típicas que, de imediato, percebi serem membros do candomblé, seita africana com vários participantes na cidade, embora os que eu tenha visto sejam, na maioria, de Maceió, a capital do estado, conforme foi dito.

Entraram à frente do padre e dos acólitos na procissão de entrada. E eu observava pasmo. Alguns compartilhavam da minha surpresa, mas outros, impressionante, já aparentavam estar habituados com a idéia. O padre ia confortável, não sei se pelo respeito humano, ou se, talvez, tal fato não o incomodava. Desconfio da segunda alternativa.....

Chegados ao altar, o secretário de cultura, um desavisado em termos de fé, trajado de uma longa camisa característica do mesmo grupo e já em preparo para o dia 20 de novembro, convidado pelo padre, pôs-se a falar certos disparates, daqueles bem românticos que tratam da "tolerância" como se esta fosse virtude em todo sentido e confundindo totalmente as coisas. Considerava aquilo como um símbolo da fraternidade e chamava os adeptos da seita africana de "religiosos"; enfim, parabenizava pelo fato de "religiosos africanos" serem recebidos numa Igreja de "origem romana".

Em dúvida se eu deveria ficar, no intuito de ser um dos poucos que estariam com Nosso Senhor, ou se deveria ir embora para não ver certas coisas (afinal, além de tantas outras verdadeiras presepadas e ultrages a Jesus, aquelas pessoas, suponho, irão comungar... que sacrilégio!!!), levantei-me e, fazendo novamente a genuflexão, abandonei aquele santo ambiente tão ofendido... Ainda fico a pensar se não deveria ter ficado com Ele... Sei que não sou ninguém, que sou um nada, mas parece que O deixei sozinho... de novo...

Mas como ficar a olhar aquele povo comungar? Como observar este supremo destrato com o amado Jesus?
Creio que nunca fiz isto: abandonar a Igreja sem assistir a Santa Missa, mas hoje, o que lá vi, era, de fato, revoltante... Tratar a Jesus como se fosse uma coisa; tratar a sacrossanta Fé católica como se fosse igual àquilo, como se nada fosse além de uma invenção de preceitos culturais. Deus meu! Deus meu!

Sinto muito, mas não pude ficar. Pro inferno com aquilo tudo!
Além do mais, ouvi algo a respeito da Santa Missa no dia 20 de Novembro, que rezo para que seja apenas um boato; mas creio que esta conversa não surgiu do nada... Falou-me um amigo que, nesta ocasião, no ofertório serão apresentados, além do pão e do vinho, também o acarajé. Se isto vier a se efetivar, não digo que seria apenas uma ignorância, mas um sarcasmo mesmo, uma tentativa de ridicularizar o Sacrifício de Nosso Senhor. O que pode ser mais terrível? Que pecado pode exigir tanto Justiça Divina? De Deus não se zomba!! Ao ver estas coisas, sinto-me tentado a rezar para que a Virgem Santíssima permita cair o braço do Seu Filho sobre os homens.

Aos que se sentem incomodados com a minha indignação, antes de virem falar suas abobrinhas, chamarem-me racista, facista ou qualquer coisa que o valha, façam o favor de ler estes textos, e depois a gente conversa:


Miserere Nobis, Domine!!!
Virgem Santíssima, inimiga terrível da serpente, esmagai-lhe a cabeça!!!

Fábio Luciano

Belo recado a certos pseudo-cientistas modernos; entre eles, bem estaria o sr. Richard Dawkins...



Leitura do livro da Sabedoria

São insensatos por natureza todos os homens que ignoram a Deus, os que, partindo dos bens visíveis, não foram capazes de conhecer aquele que é; nem tampouco, pela consideração das obras, chegaram a reconhecer o artífice. Tomaram por deuses, por governadores do mundo, o fogo e o vento, o ar fugidio, o giro das estrelas, a água impetuosa, os luzeiros do dia. Se, encantados por sua beleza, tomaram essas criaturas por deuses, reconheçam quanto o seu Senhor está acima delas, pois foi o autor da beleza quem as criou.

Se ficaram maravilhados com o seu poder e a sua atividade, concluam daí quanto mais poderoso é aquele que as formou: de fato, partindo da grandeza e da beleza das criaturas, pode-se chegar a ver, por analogia, aquele que as criou.

Contudo, estes merecem menor repreensão: talvez se tenham extraviado procurando a Deus e querendo encontrá-lo. Com efeito, vivendo entre as obras dele, põem-se a procurá-lo, mas deixam-se seduzir pela aparência, pois é belo aquilo que se vê! Mesmo assim, nem a estes se pode perdoar, porque, se chegaram a tão vasta ciência, a ponto de investigarem o universo, como é que não encontraram mais facilmente o seu Senhor?

(Sabedoria, 13,1-9)

Pop up quando se abre o blog


 

Pessoal, já há um bom tempo que há esse incômodo. Não sei se acontece com todos os visitantes deste blog, mas ao menos por aqui (e já fui notificado também por um amigo), toda vez que abro o blog, uma outra página com conteúdo em francês abre junto....

Suspeito que isto seja por causa do contador de visitas, mas não tenho certeza....
Se alguém souber por que, por favor, comente aí..

Agradeço. Pax.

Fábio.

Ainda sobre os crucifixos na Itália, vejam que beleza!!!!



Olhe só... Eu bem que disse que estavam a mexer num formigueiro...

Leiam, amigos, isto

Christus vincit, Christus regnat, Christus imperat!!!!!

Ave Crux, Spe Unica.

A importância da Liturgia - Entrevista ao Cardeal Cañizares - Excertos




Quais têm sido os assuntos mais urgentes que tem que atender?

Assuntos urgentes há todas as manhãs, referentes a excessos e erros que se cometem na liturgia, mas sobretudo, o assunto mais urgente, que é urgente em todo o mundo, é que se recupere de verdade o sentido da liturgia. Não se trata de mudar rubricas ou introduzir novas coisas, mas, do que se trata, simplesmente, é que se viva a liturgia e esta esteja no centro da vida da Igreja. A igreja não pode ser sem a liturgia, porque a Igreja é para a liturgia, isto é, para o louvor, para a ação de graças, para oferecer o sacrifício ao Senhor, para a adoração... Isto é fundamental, e sem isto não há Igreja. E mais, sem isto não há humanidade. Por isso é uma farefa sumamente urgente e obrigatória.

Como se recupera o sentido da Liturgia?

Nestes momentos, trabalhamos de uma maneira muito silenciosa em toda uma série de temas que têm que ver com projetos de formação. É a necessidade prioritária que se tem: uma boa e verdadeira formação litúrgica. O tema da formação litúrgica é capital porque realmente não se conta com uma formação sucificiente. A gente crê que a liturgia é uma questão de formas ou de realidades exteriores, e o que realmente nos faz falta é recuperar o sentido da adoração, isto é, o sentido de Deus como Deus. Este sentido de Deus só se poderá recuperar com a liturgia. Por isso, o Papa tem tantíssimo interesse em acentuar a prioridade da liturgia na vida da Igreja. Quando se vive o espírito da liturgia, se entra no espírito da adoração, se entra no reconhecimento de Deus, se entra em comunhão com Ele, e isto é o que transforma o homem e o converte em um nomem novo. A liturgia visa sempre a Deus, não à comunidade; não é a comunidade a que faz a liturgia, senão que é Deus quem a faz. É Ele quem sai a nosso encontro e nos oferece participar em sua vida, em sua misericórdia, em seu perdão... Quando se viver a liturgia de verdade e Deus estiver verdadeiramente no centro dela, tudo mudará.

Tão distantes estamos hoje do sentido verdadeiro do mistério?

Sim, atualmente há uma secularização e um laicismo muito grandes, se tem perdido o sentido do mistério e do sagrado, não se vive com o espírito verdadeiramente de adorar a Deus e deixar que Deus seja Deus. Por isso se crê que tem que estar mudando constantemente coisas na liturgia, fazer inovações e que seja tudo muito criativo. Não é esta a necessidade da liturgia, senão que seja realmente adoração, isto é, reconhecimento dAquele que nos transcende e que nos oferece a salvação. O mistério de Deus, que é mistério insondável de seu amor, não é algo nebuloso, senão que é Alguém que sai a nosso encontro. Há que recuperar ao homem que adora. Há que recuperar o sentido do Mistério. Há que recuperar o que nunca deveríamos ter perdido. O maior mal que se está fazendo ao homem é querer eliminar de sua vida a transcendência e a dimensão do mistério. As consequências as estamos vivendo hoje em todas as esferas da vida. São a tendência a substituir a verdade pela opinião, a confiança pela inquietude, o fim pelos meios... Por isso é tão importante defender o homem de todas as ideologias que o enfraquecem em sua tríplice relação com o mundo, com os demais e com Deus. Nunca antes se havia falado tanto de liberdade, e nunca antes houve mais escravidão.

Quais os são os principais motivos de esperança que você observa em meio a esta Europa cada vez mais secularizada e distante de Deus?

O grande motivo de esperança é o mesmo Papa e o que ele está constantemente dizendo. Este Papa está levando a cabo um ministério de Pedro tal como Jesus o encomendou a Pedro. Sua principal missão é confirmar na fé os irmãos e o está fazendo todos os dias. Todos os dias nos fala de algo que é a chave, o fundamento e o futuro de tudo, como é a afirmação, o reconhecimento e a adoração de Deus. Se não situamos a Deus no centro da vida do homem, não há futuro para a humanidade. É o que o Papa tem chamado ante os jovens, nada menos, "a revolução de Deus". Façamos a revolução de Deus! Por isso, para mim, o Papa, e todo seu magistério, é um grande sinal de esperança.

Excertos de uma entrevista ao Cardeal Cañizares, prefeito da Congregação para o Culto e a Disciplina dos Sacramentos. (Tradução minha)

A entrevista inteira está disponível em Religion en Libertad

Realmente lamentável - Pregação de Ironi Spuldaro


Não vou divulgar aqui o link, porque creio não valer a pena... Outros blogs já o fizeram...
Mas não deixa de ser repugnante que este rapaz, Ironi Spuldaro, possa falar de Jesus de uma forma tão baixa, citando partes de Seu corpo com tal desrespeito...

De fato, a RCC e estes seus representantes só me envergonham ao serem considerados católicos. Tais "irreverências" próprias destes infelizes só me enojam...

Aniversário GRAA mais uma vez adiado...



O aniversário do Grupo de Resgate Anjos de Adoração foi, mais uma vez, adiado, devido à coincidência com outro evento que acontecerá na mesma data. No dia 22 próximo haverá, promovido pelo Ministério de Teatro Servos do Senhor, o II Expressa Cristo, que ocorrerá no Colégio Correia Viana.

O aniversário do GRAA, depois de uma reunião que tivemos com o Pe. Iranjunio, foi adiado, definitivamente, para o dia 8 de Dezembro, uma terça, feriado da Imaculada Conceição.  Talvez tal modificação tenha por autora a Providência Divina. Assim esperamos.

Que a Virgem Mãe nos conduza.

Grupo de Resgate Anjos de Adoração - GRAA
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