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Artista espanhol profana hóstias consagradas publicamente - Assine a petição contra!


Este sujeito alega que conseguiu 248 hóstias consagradas em diferentes igrejas enquanto ia comungar. Como se não bastasse já esta extrema profanação, ele as usa para formar o nome "Pederastia", junto com fotos vexatórias.

Assine a petição para que este ser aberrante seja detido.


Meu Deus, eu creio, adoro, espero e amo-vos..
Peço-vos perdão por aqueles que não creem, não adoram, não esperam e não vos amam.

A mártir mais jovem a ser beatificada pelo Papa na Coreia


***A notícia já é antiga, mas achei valer muito a pena de ser divulgada neste espaço. Que o exemplo dessa pequena nos inspire a fidelidade a Nosso Senhor.***
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NO SÁBADO, 16 de agosto (2014), por ocasião de sua primeira viagem à Ásia, especificamente à Coreia do Sul, o Papa Francisco beatificará 124 mártires daquele país, entre os quais se encontra o caso muito especial de uma pequena menina, porém verdadeira gigante da fé, assassinada friamente pelo ódio a Jesus Cristo à sua Igreja, antes de completar os 12 anos de idade.

Anastasia Yi Bong-geum nasceu em 1827, filha de Paul Yi Seong-sam e Anastasia Kim Jo-i, que nesse período viviam sua fé na clandestinidade, porque sofriam a perseguição Jeonghae.

Educada pela mãe, desde pequena sabia cumprir bem seus deveres religiosos e manifestava grande fé e amor por Nosso Senhor Jesus Cristo. Com dez anos de idade, aprendeu as orações da manhã e da tarde, assim como o Catecismo da Igreja Católica. Conheceu um sacerdote missionário que se hospedou em sua casa; este, impressionado pela ardente devoção da menina, permitiu-lhe receber a Primeira Comunhão, mesmo sendo ainda tão jovem. 

A fé e as virtudes cresciam em Anastasia, dia a dia. Quando do início da perseguição Gihae, em 1839, ela fugiu com sua mãe para a casa de Protase Hong Jae-yeong. Ali, foi presa pela polícia e levada a Jeonju, onde enfrentou, sem vacilar, o seu martírio.

A menina foi logo interrogada pelo chefe policial, que lhe exigia informações sobre o padre missionário, ao que ela respondeu que era muito pequena para saber de tais coisas. Não satisfeito, o policial lhe disse que, se ela falasse contra Deus, e renegasse a fé cristã, ele lhe pouparia a vida. Anastasia então respondeu-lhe admiravelmente: “Não sabia como adorar o SENHOR até que cheguei ao uso da razão, aos meus sete anos. Eu era muito jovem para ler livros. Mas dos sete anos até agora, adorei o SENHOR. Portanto, não posso trai-lo nem pensar mal dEle, mesmo se tiver que morrer mil vezes!”...

Em princípio, Anastasia foi levada à prisão sem ser torturada, porque era apenas uma frágil menina. Sua mãe fingiu duvidar de sua firmeza e lhe disse que certamente trairia Jesus: "Você não tem coragem para enfrentar a tortura”. Ao ouvir isso, a pequena mais uma vez deu prova de sua firmeza de caráter e, certamente, da assistência divina que recebia. Respondendo que jamais trairia o Cristo, prometendo à sua mãe manter-se fiel ao ensinamento da Igreja, não importando o tipo de tortura que tivesse que sofrer.

O chefe policial e os guardas prisionais insistiram muito com Anastasia para que ela cooperasse e assim salvasse sua vida, porque ela era "ainda tão jovem e uma linda garota", mas ela não cedeu. Jogada na prisão, em tão tenra idade, foi ameaçada muitas vezes, mas não sucumbiu à intensa pressão psicológica. Ao dar-se conta de que a menina realmente não ia ceder, finalmente a autoridade policial ordenou que ela fosse torturada...

Mas os sofrimentos da santa criança não pararam aí. Além de ser torturada, Anastasia foi forçada a assistir o martírio de sua mãe. E mesmo depois, como órfã, continuou a se manter firme em sua adesão ao Evangelho, prosseguindo assim até o final de sua curta vida. O chefe policial, quando ela não tinha ainda completado 12 anos de idade, ordenou que fosse enforcada na prisão, no dia 5 ou 6 de dezembro de 1839.

Fonte: O Fiel Católico

Papa oferece perdão às mulheres que fizeram aborto - Como é?!


Mais uma vez, como sempre, a mídia instrumentaliza a fala do Papa para sugerir "inovações", "mudanças morais", uma igreja "mais inclusiva", e várias outras idéias que unem a falsidade com o potencial sensacionalista. Vamos ver o que o Papa falou de verdade? Comentamos depois:

"Um dos graves problemas do nosso tempo é certamente a alterada relação com a vida. Uma mentalidade muito difundida já fez perder a necessária sensibilidade pessoal e social pelo acolhimento de uma nova vida. O drama do aborto é vivido por alguns com uma consciência superficial, quase sem se dar conta do gravíssimo mal que um gesto semelhante comporta. Muitos outros, ao contrário, mesmo vivendo este momento como uma derrota, julgam que não têm outro caminho a percorrer. Penso, de maneira particular, em todas as mulheres que recorreram ao aborto. Conheço bem os condicionamentos que as levaram a tomar esta decisão. Sei que é um drama existencial e moral. Encontrei muitas mulheres que traziam no seu coração a cicatriz causada por esta escolha sofrida e dolorosa. O que aconteceu é profundamente injusto; contudo, só a sua verdadeira compreensão pode impedir que se perca a esperança. O perdão de Deus não pode ser negado a quem quer que esteja arrependido, sobretudo quando com coração sincero se aproxima do Sacramento da Confissão para obter a reconciliação com o Pai. Também por este motivo, não obstante qualquer disposição em contrário, decidi conceder a todos os sacerdotes para o Ano Jubilar a faculdade de absolver do pecado de aborto quantos o cometeram e, arrependidos de coração, pedirem que lhes seja perdoado. Os sacerdotes se preparem para esta grande tarefa sabendo conjugar palavras de acolhimento genuíno com uma reflexão que ajude a compreender o pecado cometido, e indicar um percurso de conversão autêntica para conseguir entender o verdadeiro e generoso perdão do Pai, que tudo renova com a sua presença."
Fonte: Vaticano

Voltamos. Como vê quem sabe ler, não há aí nenhuma espécie de relativização do pecado nefando do aborto. Ele costuma sendo o que é: assassinato de infantes. E continua gerando o que gera: excomunhão automática. Quando uma mulher comete aborto - e com ela todos quantos a apoiaram, induziram, ajudaram, etc. - ela é imediatamente excluída da Igreja, isto é, deixa de ser católica, ainda que ninguém o saiba! A pertença à Igreja não se resume a ter um lugar num dos bancos do templo, ou a poder assistir missas. É antes de tudo uma comunhão espiritual que dá acesso aos sacramentos através dos quais a pessoa participa da vida divina.

Pois bem. Antes, quando uma dessas excomungadas, tendo tomado consciência da burrada que fez, e, cheia de arrependimento, decidia voltar à Igreja, o que ela precisava fazer? Ela tinha de recorrer ao bispo ou a algum padre especialmente delegado por ele. Então ela se confessava e, desde que tivesse as devidas disposições, recebia a absolvição e voltava a fazer parte da Igreja, mas não sem portar ainda as grandes penas decorrentes do ato.

O que mudou agora com o pronunciamento do Papa Francisco para o ano da misericórdia? Somente que não será mais necessário recorrer diretamente ao bispo, sendo suficiente que a pessoa se confesse com qualquer sacerdote legitimamente ordenado. Mas continuam valendo as precondições anteriores: as retas disposições que incluem o arrependimento sincero - efeito da compreensão do pecado -, a detestação do ato cometido e o firme propósito de não mais praticá-lo. Além disso, esta possibilidade existe apenas durante o ano da Misericórdia.

É verdade de Fé que qualquer pecado, por mais grave que seja, tem perdão se a pessoa verdadeiramente se arrepende. Isto não é exceção sequer para o aborto, e nem mesmo para o sacrilégio. Portanto, não há tanta novidade assim no pronunciamento do Papa. Ele apenas facilitou um pouco o acesso às pessoas arrependidas. Mas aqueloutras que queiram gozar do perdão da Igreja sem um verdadeiro arrependimento, ou, ainda, qualquer uma que se aproveite deste ato de misericórdia da Igreja para cometer este crime que clama aos céus, pretendendo facilmente confessar-se depois, estará cavando sob si mesma o próprio buraco para o inferno, pois une um crime abominável com o pesadíssimo ato do sacrilégio. Portanto, que a misericórdia de Deus não seja pretexto para mais infanticídios. E, de outro lado, que as pessoas que chegaram um dia a cometer este ato absurdo sejam de fato tocados pelas graças atuais de Deus e, verdadeiramente arrependidas, voltem ao seio da Santa Igreja.

PME de União dos Palmares sem Gênero II - Aprovação das emendas e aditivos


Ontem, dia 31 de Agosto de 2015, ocorreu, na Câmara de vereadores aqui da cidade, uma sessão para a aprovação das emendas e aditivos feitos ao Plano Municipal de Educação. E este mês combativo se fechou com chave de ouro: não somente as expressões nas quais constava o termo "gênero" foram retiradas, como também foi proibida qualquer menção do tema nas aulas, nos materiais didáticos e paradidáticos, nos debates, nos seminários, nos concursos de redação, etc. Ou seja: estamos, de fato, livres - ao menos juridicamente - desta armadilha satânica.

Contudo, assim como ocorreu no Plano Nacional de Educação, no qual foram inseridos, à revelia do acordado no Senado Federal, os termos referentes a gênero, assim também é comum que, fazendo vista grossa ao que foi determinado, e supondo-se os maiores representantes da democracia e da sociedade esclarecida, as autoridades educacionais voltem a forçar a barra e a incluir a ideologia "por baixo dos panos", o que já é o modus operandi dessa turma. De fato, já há vários livros didáticos que trazem a temática. Portanto, a luta não termina aqui. Ela permanece enquanto vigilância e, quando necessário, luta aberta.

Mas, por ora, estamos felizes porque a luta valeu a pena. Hoje o PME, tal qual aprovado pela Câmara, é enviado para a prefeitura e terá um prazo de quinze dias para a sanção do prefeito. Julgamos que não haverá veto, mas, em havendo, ele volta à casa legislativa do município e, aí, os vereadores poderão derrubar o veto do prefeito desde que dez vereadores estejam de acordo, o que nos parece, também, que, se for o caso, não haverá problemas, uma vez que eles foram unânimes na retirada das menções de gênero.

Agora, nos unimos à luta de Maceió que nesta sexta feira realizará uma audiência pública para o debate do tema. Neste intuito, pedimos orações de todos os amigos. Que, enfim, esta luta chegue a um resultado vitorioso; que Deus cuide das crianças e não permita que ideólogos levianos pervertam a inocência dos infantes.

Fábio

Novo Doutor da Igreja - São Gregório de Narek



Francisco confirmou o título ao santo durante audiência com o prefeito da Congregação das Causas dos Santos
Da Redação, com Agência Ecclesia
O Papa Francisco vai proclamar como Doutor da Igreja São Gregório de Narek, místico armênio do fim do primeiro milênio conhecido por sua escrita e doutrina. A informação foi dada nesta, segunda-feira, 23, pelo Vaticano, após o encontro entre o Papa e o prefeito da Congregação das Causas dos Santos, Cardeal Angelo Amato, no sábado, 21.
Nascido em uma família de escritores, São Gregório de Narek (950-1005) é considerado o primeiro grande poeta armênio e um grande marco na literatura e reflexão cristã. Ele é autor, entre outras obras, do “Livro das Lamentações”, hoje traduzido em diversas línguas.
Por meio deste livro, o monge quis deixar às pessoas uma autêntica enciclopédia de oração, composta por 95 trechos, que deixam transparecer todo o potencial do autor em transformar emoções como o sofrimento ou a humildade em ofertas a Deus.
Para São Gregório de Narek, o principal objetivo da vida era a proximidade com Deus, pois só assim a humanidade poderia viver uma vida verdadeiramente plena. Uma aproximação que era possível não pelo conhecimento, mas sim através das emoções, defendia o místico.
Doutor da Igreja é um título concedido a um cristão – homem ou mulher – que se distinguiu por notório saber teológico em qualquer época da história. Os doutores da Igreja recebem tal título tendo em vista sua santidade, ortodoxia à fé e saber teológico, atestado por vários escritos.
Fonte: CN

O Papa e os coelhos


Todos soubemos das declarações do Papa Francisco durante o vôo de volta da sua peregrinação às Filipinas a respeito das famílias numerosas, do espaçamento dos filhos, e dos "coelhos". Na verdade, a entrevista fala de muitas outras coisas, mas a polêmica se deveu sobretudo a estes assuntos que, no parecer da mídia, aparentavam inovar quanto à moral católica. Muitos sites divulgaram a notícia, e a maioria endossava a mesma interpretação: "Papa Francisco diz que católico não precisa procriar igual coelho e que ter três filhos está bom."

A notícia foi também divulgada no blog do Fratres, com artigo nomeado como "a íntegra do que o Papa disse", e foi esta a tradução a que me dei à leitura com maior atenção. Contudo, o recorte feito e os negritos às vezes sugerem certas interpretações. O número de três filhos, por exemplo, só pode ser bem compreendido ao considerar a pergunta que Francisco então respondia - o que falta no texto do Fratres. Aproveitaremos a ocasião para revistar as expressões ditas mais abaixo.

Isso tudo me rendeu certa indignação, que foi em certa medida manifestada nas redes sociais a título de comentário dos comentários. Escrevi então um texto que trazia o mesmo nome que encima esta postagem. Contudo, creio que o teor de ambos será bem distinto.

Hoje, enfim, decidi ler toda a entrevista, tal como está disponível no próprio site do vaticano. Deveria tê-lo feito antes, e faria caso soubesse que estas entrevistas também ficam lá arquivadas e disponíveis. Passo, então, a fazer os comentários.

Papa critica mulher que está na oitava gravidez e a chama de irresponsável.

A mulher já era mãe de 7 filhos e estava na oitava cesárea. O número de cesáreas suportáveis por uma mulher varia de pessoa a pessoa, mas pode-se dizer que oito não é lá um número tão comum. Quando o Papa a chama de irresponsável, não o diz pela quantidade de filhos, mas pelo risco, real, de morrer e deixar 7 órfãos. Ele fala isso claramente: "Mas a senhora quer deixar sete órfãos?" Então, nada de espantoso nem de equivocado. Ponto do Papa. Alguns reclamaram a dizer que o papa não sabe da vida particular da mulher, se ela é uma das exceções que não correriam risco com tantas cesáreas. De fato, talvez ele não tenha procurado saber, mas o mais comum é supor que as pessoas geralmente se enquadram num padrão e, mesmo que se afastem dele um pouco, não é tanto. É bastante razoável considerar uma oitava cesárea como algo de risco em qualquer pessoa. Então não há erro aqui.

Antes de passar à próxima é preciso considerar a seguinte expressão:

"Isso não significa que o cristão deve ter filhos em série."

Duas coisas aqui. A expressão "isso não significa" tem um sentido claramente adversativo e, portanto, precisa ser contextualizada a partir daquilo que a precedeu. Na idéia anterior, o Papa falava do perigo do neomalthusianismo, teoria que atribui a miséria humana ao número de pessoas e que, sob o pretexto de melhoria da qualidade geral de vida, impõe o controle de natalidade. Ora, criticar esta idéia talvez abra margem ao seu outro extremo: "então é preciso não se colocar nenhum limite na procriação". E é então que tem lugar a expressão acima. A segunda coisa é que a frase subentende um "necessariamente", ficando assim: "Isso não significa que o cristão deve necessariamente ter filhos em série", pois tê-los ou não estará condicionado a outros fatores, que a Igreja chama de "razões graves". A expressão "coelhos" foi usada apenas como comparação espirituosa. Todos nós, ao tratarmos do assunto, falamos disso. Não há que se doer por tal coisa. Porém, até alguns criadores de coelhos desgostaram da comparação.

Os três filhos

Esse foi um dos pontos em que era mais fácil equivocar-se. Mas, antes de ler novamente a resposta de Francisco, vamos à pergunta que lhe fizeram:

O Santo Padre falou da multidão de crianças nas Filipinas, da sua alegria por haver assim tantas crianças. Mas, segundo as sondagens, a maioria dos filipinos pensa que o enorme crescimento da população filipina é uma das razões mais importantes para a pobreza imensa do país, já que, em média, uma mulher, nas Filipinas, dá à luz mais de três filhos na sua vida, e a posição católica relativamente à contracepção parece ser uma das poucas questões em que um grande número de pessoas nas Filipinas não está de acordo com a Igreja. Que pensa disto?

Ao que Francisco respondeu:

"Creio que o número de três por família, mencionado pelo senhor, seja importante – de acordo com o que dizem os peritos – para manter a população. Três por casal. Quando se desce abaixo deste nível, acontece o outro extremo, como, por exemplo, na Itália onde ouvi dizer (não sei se é verdade) que, em 2024, não haverá dinheiro para pagar aos reformados. A diminuição da população."

Portanto, o número três aí faz referência ao número citado pelo jornalista, e a expressão "três por casal" não visa servir de projeto para os casais católicos, mas somente precisar aquilo que seria o mínimo para "manter a população". A interpretação equivocada da mídia - e também minha, até mais cedo - é fácil também de refutar quando consideramos outras falas de Francisco a respeito da família. Veremos como ele é um defensor das famílias numerosas e, mais recentemente, criticou a teoria de que a pobreza decorreria do número dos filhos - chamando-a simplista -, atribuindo a miséria antes ao sistema econômico,.

Por último, tratemos algo da "Paternidade responsável", que é um termo usado por Paulo VI e que aparece na Humanae Vitae. Sabemos que o responsável contrasta com o irresponsável. O que seria a irresponsabilidade no âmbito da procriação? Seria ter os filhos nas situações em que não fosse possível ou prudente tê-los. Quais são estas situações? Aquelas já acima referidas como "razões graves" e que basicamente se resumem a duas: ou quando a mãe já não tem condições de suportar uma nova gestação sem que isso lhe coloque em perigo de morte ou pelo menos lhe signifique uma privação de saúde acentuada, ou ainda quando as condições materiais não dão conta de manter a subsistência dos filhos. E para que a coisa não degenere em subjetivismo, o Santo Padre orienta os casais a procurarem os seus párocos. A suposição aqui é que estes padres estarão interessados em obedecer a moral da Igreja, já que são os pastores destas almas. Infelizmente, porém, sabemos que o contingente de padres fiéis à moral católica em todos os pontos é ínfimo. Já mais ninguém prega sobre esses assuntos. Paternidade responsável quer dizer, portanto, não o limitar do número de filhos, mas o garantir prévio das condições de tê-los.

O erro do Papa talvez esteve em não esclarecer que apenas as razões graves permitem o espaçamento dos filhos. 

Por fim, uma avaliação geral:

Francisco tem dado trabalho. Algumas falas suas descuidadas têm feito com que os inimigos da Igreja suponham tê-lo do seu lado e ostentem as suas frases na defesa do profano. Há ambiguidades nos seus modos de expressão. Recentemente esteve a condenar a pena de morte como algo cuja defesa é inadmissível a um cristão, o que está inteiramente equivocado. Nesta mesma entrevista que agora comentamos também condena como má qualquer reação que um cristão possa ter a uma ofensa à sua religião, com o que ele desfaz das Cruzadas, dos Cristeros, etc. Até hoje ouvimos os militantes e simpatizantes de movimentos sexuais usarem aquela sua frase: "quem sou eu para julgar?". Não, não estamos dizendo que Francisco defendeu essa interpretação distorcida, mas é fato que ele não se deu ao trabalho de desfazer os equívocos.

Enfim, de certas acusações que lhe fiz, ontem e hoje, a respeito desta entrevista, eu me retrato publicamente. Contudo, segue sendo verdade que Francisco tem de ser mais cuidadoso e não pode confundir suas opiniões pessoais com o cargo que ocupa como chefe de toda a cristandade e como aquele que deve confirmar seus irmãos na Fé.

Dia de Nossa Senhora de Guadalupe - Algumas características que intrigam a ciência


A Virgem de Guadalupe até hoje é um mistério que intriga a ciência deixando-a totalmente muda sobre a natureza do fenômeno. Tudo o que ela faz é dizer: isso extrapola as nossas possibilidades de explicação, demandando uma causa que se encontra acima das possíveis de especificação.

Só pra dar um resuminho:

1- A "tinta" da imagem não é de natureza animal, nem vegetal, nem mineral;

2- A "tinta" está como suspensa sobre o tecido (3 décimos de milímetro) de modo que não o toca estritamente;

3- O tecido foi elevado a uma resistência muito acima do que lhe era possível. Pano grosseiro, no qual os índios mexicanos se enrolavam na hora de dormir, tendia a resistir de 10 a 15 anos. E, no entanto, lá se vão cinco séculos - desde a aparição em 1531 - em que a capa está preservada;

4- As flores no manto da Virgem ocupam precisamente os lugares correspondentes às montanhas no México;

5- As constelações impressas no seu manto expressam com rigor a disposição dos astros no momento da aparição, além do que trazem um forte elemento simbólico: na cabeça, há a constelação da coroa boreal; no seio, a de virgem, etc.;

6- Os olhos da Virgem, se maximizados, revelam as figuras que ela via no momento em que o senhor bispo ajoelhou-se diante de Juan Diego. Seria impossível reproduzir isso por qualquer técnica artística;

7- Os olhos da Virgem reagem a luz, dilatando a pupila quando um facho se lhes aproxima;

8- O desenho não teve esboço e também não há quaisquer sinais de pincelada.;

9- Um estetoscópio revelou pulsações (115 por minuto) na criança da qual a Virgem está grávida. 

10- Além de a imagem estar grávida, ela também aparece com uma fita no seio e os cabelos soltos, divididos ao meio, características de uma virgem na cultura asteca. Maria, portanto, é uma Virgem Mãe.

Finados e Indulgência Plenária para as almas


“A indulgência retira as penas das almas do purgatório”

Prof. Felipe Aquino

No Dia de Finados, “aos que visitarem o cemitério e rezarem, mesmo só mentalmente, pelos defuntos, concede-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos. Diariamente, do dia 1º ao dia 8 de novembro, nas condições costumeiras, isto é, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração nas intenções do Sumo Pontífice; nos restantes dias do ano, Indulgência Parcial (Encher. Indulgentiarum, n.13)”.

“Ainda neste dia, em todas as igrejas, oratórios públicos ou semi-públicos, igualmente lucra-se uma Indulgência Plenária, só aplicável aos defuntos; a obra que se prescreve é a piedosa visitação à igreja, durante a qual se deve rezar o Pai-nosso e Creio, confissão sacramental, comunhão eucarística e oração na intenção do Sumo Pontífice (que pode ser um Pai Nosso e Ave-Maria, ou qualquer outra oração conforme inspirar a piedade e devoção).” (pg. 462 do Diretório Litúrgico da CNBB).

Mas, afinal, o que é indulgência? Para falar deste assunto tão comentado pelos fiéis da Igreja Católica, durante o Dia de Finados, o cancaonova.com conversou com o professor Felipe Aquino.

cancaonova.com: O que é indulgência?

Felipe Aquino: A indulgência é o cancelamento das penas devidas pelos pecados que nós cometemos e que já foram perdoados na confissão. Mas é preciso explicar uma coisa: quando se comete um pecado grave, há duas consequências: a culpa e a pena. A culpa é aquela ofensa que se faz a Deus e a confissão perdoa. No entanto, ainda fica a chamada ‘pena temporal’, que é o estrago causado pelo pecado na sua própria alma, porque você deixou de ser mais santo. Então, há de querer recuperar isso. Essa pena nós cumprimos aqui na terra com orações e penitências ou no purgatório, se a pessoa morrer com elas.

A indulgência retira essas penas das almas do purgatório; elas fazem aquilo que nós chamamos de sufrágio da alma.

cancaonova.com: A indulgência é do tempo de Jesus ou uma criação do Papa?

Felipe Aquino: A indulgência é uma descoberta da Igreja, mas que, evidentemente, está no coração de Jesus. Ele não ensinou todas as coisas para Igreja, mas deixou que o Espírito Santo fosse as ensinando. Tanto é que, na Santa Ceia, Ele disse para os apóstolos: “Eu ainda tenho muitas coisas para ensinar, mas vocês não estão preparados para ouvir agora. Quando vier o Espírito Santo ensinar-vos-á todas as coisas ” (Jo 16,12). O Espírito de Deus, então, foi ensinando para a Igreja, nesses 2 mil anos, e as indulgências começaram logo nos primeiros séculos. Ela foi aprovada pela Igreja e pelos papas até hoje, mas, evidentemente, está tudo no coração de Jesus.

cancaonova.com: Há diferentes tipos de indulgências?

Felipe Aquino: Há dois tipos de indulgências: a plenária e a parcial. A indulgência parcial é aquela que nós conseguimos para uma alma do purgatório, e ela fica aliviada de parte de suas penas. Na indulgência plenária, a alma fica aliviada de todas as suas penas, ou seja, dali, ela vai para o céu.

‘Cumprindo-se 4 exigências, pode-se ganhar uma indulgência plenária a cada dia’

cancaonova.com: Podemos fazer as indulgências em qualquer época do ano?

Felipe Aquino: Sim. Podemos ganhá-las todos os dias para a nossa alma ou para uma alma do purgatório. Basta fazer uma boa confissão, participar da Eucaristia, rezar pelo o Papa pelo menos um Pai Nosso e uma Ave-Maria. Depois, fazer uma das quatro coisas que eu vou dizer agora: fazer meia hora de adoração ao Santíssimo Sacramento, meia hora de leitura bíblica meditada, a via-sacra na Igreja, ou rezar um terço em família ou na comunidade diante de um oratório com a imagem de Nossa Senhora. Cumprindo essas 4 exigências, a pessoa pode ganhar uma indulgência plenária a cada dia, uma vez por dia e para cada alma.

cancaonova.com: Podemos oferecê-la para alguém? Qualquer alma pode recebê-las?

Felipe Aquino: Podemos oferecer para qualquer alma do purgatório ou para nossa própria alma. A condição é essa, que a alma esteja no purgatório.

cancaonova.com: Se eu ofereço a indulgência para alguma alma, preciso continuar rezando por ela?

Felipe Aquino: Se você quiser, continua rezando, mas se cumpriu as quatro exigências para a alma conseguir a indulgência, pronto. Agora, se você quiser continuar rezando mais, pode.

cancaonova.com: Se eu rezo por alguma alma, mas ela já está no céu ou no inferno, minhas orações são em vão?

Felipe Aquino: Não são. Todas as orações pertencem à comunhão dos santos, que é a união da Igreja que está na Terra, no Céu e no Purgatório. Qualquer oração, se não beneficia a Igreja padecente no purgatório, pode beneficiar a Igreja militante na Terra.

cancaonova.com: E quanto às crianças que faleceram, também necessitam de nossas orações?

Felipe Aquino: Recentemente, o Papa Bento XVI colocou essa questão bem clara; ele pediu, inclusive, para a Comissão Teológica Internacional do Vaticano estudar a questão. Eles foram bem claros: a criança que morre sem o batismo está salva, vai para o céu. Mas a Igreja recomenda que se reze por essa criança.

"Aos novos excomungados" ou "aos ex-católicos que votaram no PT"


Senhores e senhoras, concluídas as eleições, tivemos de assistir com não pouco pesar a vitória do assim chamado "Partido dos Trabalhadores", embora as coisas ainda estejam a correr. 

Se os senhores, até ontem, eram católicos e mesmo assim optaram por este partido, quero comunicar-lhes que, se estavam conscientes das razões pelas quais a Igreja execra certos objetos de defesa desse grupo, e, mesmo assim, obstinaram-se em votar nele, fazendo pouco caso das advertências, os senhores foram devidamente excomungados. Os motivos para isso, eu os descrevo neste artigo: (Por que um católico não pode votar no PT).

E aqui nós temos duas possibilidades. 

A primeira, que é relativamente a mais provável, é que os senhores ignorem essas verdades e sigam a sua vida como "católicos". Contudo, a vida católica é exatamente isto: uma vida. É preciso ter um princípio vital interno e espiritual animando o católico e do qual ele não é a causa direta. Do contrário, ele será um cadáver que se move. O fato de frequentar as missas e demais reuniões religiosas, ou de até exercer algum cargo ou função, não é suficiente para fazer de alguém católico. E cada vez que comungarem, estarão cometendo Sacrilégio. O Catecismo explica o que é isso:

"O Sacrilégio consiste em profanar ou tratar indignamente os sacramentos e as outras ações litúrgicas, bem como as pessoas, as coisas e os lugares consagrados a Deus. O sacrilégio é um pecado grave, sobretudo quando cometido contra a Eucaristia, pois neste sacramento o próprio Corpo de Cristo se nos torna substancialmente presente." (2120)

Não é por estar junto ao corpo que um ente se faz membro do corpo. Um relógio, por mais que esteja estreitado ao braço, nem por isso torna-se parte do corpo. Não possui vida. Uma pessoa excomungada foi excluída da comunhão dos santos. Ela não é católica, pois renegou a sua Fé. Os efeitos disso não se notam sensível ou psicologicamente. Os senhores podem ter toda a convicção do mundo de que estão em boas relações com Deus. No entanto, se a Igreja católica está correta, na verdade os senhores cortaram radicalmente essas relações. E, se a Igreja não está correta, por que então os senhores insistem em dela se dizerem parte? A vossa incoerência é flagrante.

O tipo de excomunhão de que aqui se fala é o que a Igreja chama de "Latae Sententiae", e que traduz-se comumente por "automática". É um tipo de excomunhão que é concomitante ao ato proibido. Em praticá-lo, portanto, o católico decide livremente excluir-se da comunhão acima referida. Ele não é mais católico, não importa o quanto insista em dizer que é. Ele não pode dar a si mesmo o que não tem. A vida católica não é adquirida ou conquistada pelo grau de convicção da pessoa. Ou ela é recebida ou não existe. No caso dos excomungados, ela lhes foi retirada, mesmo que ninguém mais o saiba. Portanto, o mais correto é que os senhores se adéquem à segunda possibilidade que descrevo abaixo.

Esta segunda possibilidade é a de que os senhores, devidamente arrependidos, procurem a Igreja e busquem a reconciliação com ela. No entanto, aqui residem outras dificuldades.

Primeiro que o arrependimento não pode ser meramente forçado. Ele deve vir de uma convicção real e sincera de que se errou. Para isto, é preciso informar-se. Endereço novamente os senhores ao artigo que escrevi anteriormente e a este outro, que informa a estratégia do Foro de São Paulo de dominar ditatorialmente a América Latina. Confiram também o twitter do Ditador Venezuelano Nicolas Maduro e vejam como ele comemora a vitória de quem ele considera uma companheira no processo de instauração da "Grande Pátria".

É preciso informar-se. O arrependimento virá da consciência clara de que se errou. Se os senhores ainda pensam ser o socialismo algo defensável, tal ingenuidade os equipara aos débeis. Informem-se melhor a respeito de todos os regimes ditatoriais socialistas que aconteceram na história.

O arrependimento sincero também inclui duas coisas: detestar o erro que se cometeu e se propor a não mais cometê-lo. Isto significa que não há sentido confessar-se e prosseguir sendo simpático à idéia socialista. Isso dificulta algumas coisas, pois, como se vê, ou o arrependimento é sincero e nasce no íntimo, numa atitude profundamente livre, ou ele não é real. Por isso, os senhores, se se encontram nesta dificuldade, devem estudar os motivos pelos quais a Igreja condena esta teoria e devem também pedir a Deus a graça da contrição.

Considerando a possibilidade de que se arrependam devidamente, nos deparamos com um outro problema. Para voltar a ter comunhão com a Igreja, isto é, para voltar a ser católico, é preciso confessar-se com um bispo ou com um padre especialmente autorizado por ele. É o que diz o Catecismo da Igreja Católica:

"Neste caso, a absolvição não pode ser dada, segundo o direito da Igreja, a não ser pelo Papa, pelo Bispo local ou por presbíteros autorizados por eles." Em caso de perigo de morte, qualquer sacerdote, mesmo privado da faculdade de ouvir confissões, pode absolver de qualquer pecado e de qualquer excomunhão." (1463)

Além da relativa dificuldade de acesso aos senhores bispos, um certo contingente deles provavelmente desconsiderará o caso, julgando-o desnecessário e alarmante sem motivo, isso quando o bispo não for abertamente favorável ao socialismo. Por isso, é preciso que o que pretende retomar comunhão com a Igreja procure bispos tradicionais, e não qualquer um. Somente assim poderá restituir o que perdeu.

Tudo isto é muito sério, mas, se ainda assim, os senhores quiserem fazer troça, fiquem com a sua risadagem e recebam, desde agora, a recompensa por sua pretensão: esse senso equívoco de segurança e superioridade. No entanto, depois desta vida, que passa voando, a surpresa que terão não será muito agradável. De algum modo, julgarão ter sido jogados, de súbito, em algum desses regimes socialistas de cujas notícias a história nos faz conhecedores. E então verão, maximamente concretizado, o seu anseio. O inferno talvez pudesse ser definido como o lugar onde o comunismo reina sem impedimentos. Se é o que vocês querem, começaram muito bem. Se não, sigam o nosso conselho, que é dado como um ato de compaixão pela sua sandice, e restaurem a sua comunhão com a Santa Igreja.

O incrível milagre eucarístico de Sokólka

Todos os dias, em todos os altares do mundo, dá-se o maior milagre possível: o da transformação do pão e do vinho no verdadeiro Corpo e Sangue de Jesus Cristo. No entanto, ao recebermos a comunhão, podemos tocá-lO apenas pela fé, pois aos nossos sentidos é oferecida apenas a forma do pão e do vinho fisicamente inalteradas pela consagração. O que é que, afinal, traz à nossa fé o acontecimento eucarístico de Sokólka?

Foi no domingo, 12 de Outubro de 2008, logo após a beatificação do servo de Deus Pe. Miguel Sopocko. Durante a Santa Missa iniciada na igreja paroquial de St. António de Sokólka às 8h30, durante a distribuição da Comunhão, caiu a um dos sacerdotes aos pés do altar uma Hóstia consagrada. O sacerdote interrompeu a distribuição da Comunhão, pegou nela e, de acordo com as normas litúrgicas, colocou-a no vasculum, um pequeno recipiente com água que se encontra normalmente ao lado do sacrário, servindo para o sacerdote lavar os dedos após a distribuição da Comunhão. A Hóstia deveria dissolver-se nesse recipiente.

No fim da Missa, a irmã Júlia Dubowska, sacristã da Congregação das Irmãs Eucarísticas, em serviço na paróquia, tendo a consciência de que a Hóstia consagrada levaria algum tempo a dissolver-se, a pedido do Pe. Stanislaw Gniedziejko, pároco da paróquia, despejou o conteúdo do vasculum noutro recipiente e colocou-o no cofre que se encontra na sacristia da paróquia. Só a Irmã e o Pároco tinham as chaves do cofre.

Ao fim de uma semana, no dia 19 de Outubro, Domingo das missões, a irmã Júlia – questionada pelo pároco sobre o estado da Hóstia – foi ver o cofre. Ao abrir a porta, sentiu um aroma delicado a pão ázimo. Quando abriu o recipiente, viu a água limpa com a Hóstia a dissolver-se e no meio desta uma mancha arqueada com uma cor vermelha intensa, lembrando um coágulo de sangue, com a forma de uma espécie de partícula viva de um corpo. A água permanecia incolor.

A Irmã informou imediatamente o Pároco, que veio logo com os sacerdotes locais e o missionário Pe. Ryszard Górowski. Todos ficaram surpreendidos e atónitos com o que viram.

Mantiveram discrição e prudência, não esquecendo o peso do acontecimento, pois tratava-se de Pão consagrado que, pelo poder das palavras de Cristo no Cenáculo, é verdadeiramente o Seu Corpo. Do ponto de vista humano, foi difícil definir se a forma alterada do fragmento da Hóstia é o resultado de uma reacção orgânica, química ou de outro tipo de acção.

Imediatamente notificaram do sucedido o Arcebispo Metropolitano de Bialystok, Edward Ozorowski, que se dirigiu a Sokólka juntamente com o chanceler da cúria, os sacerdotes prelados e catedráticos. Todos ficaram profundamente comovidos com o que viram. O Arcebispo mandou proteger a Hóstia, esperar e observar o que iria acontecer.

No dia 29 de Outubro, o recipiente com a Hóstia foi transportado para a capela da Misericórdia Divina na casa paroquial e colocado no sacrário. No dia seguinte, por decisão do Arcebispo, retirou-se a Hóstia com a mancha visível da água, colocou-se num pequeno corporal e em seguida no sacrário. Deste modo se conservou a Hóstia durante três anos, até ter sido solenemente levada para a igreja, no dia 2 de Outubro de 2011. Durante o primeiro ano foi guardada em segredo. Foi um tempo de reflexão sobre o que fazer, pois tratava-se de um sinal de Deus que era necessário interpretar.

Até meados de Janeiro de 2009, o fragmento da Hóstia alterada secou de forma natural e permaneceu como coágulo de sangue. Desde essa altura não mudou de aparência.

Em Janeiro de 2009, o Arcebispo ordenou que se fizessem análises pato-morfológicas à Hóstia e a 30 de Março desse ano criou uma comissão eclesial para analisar o fenómeno. 

O fragmento da Hóstia em forma alterada recolhido foi analisado pela Prof. Dr.ª Maria Sobaniec-Lotowska e pelo Prof. Dr. Stanislaw Sulkowski – de forma independente um do outro, com vista a uma maior credibilidade dos resultados, – pato-morfologistas da Universidade de Medicina de Bialystok. As análises foram realizadas no Instituto de Pato-morfologia dessa universidade. O trabalho de ambos os especialistas foi regido pelas normas e obrigações dos cientistas para analisar cada problema científico de acordo com as directrizes do Comité de Ética da Ciência da Academia das Ciências Polacas. As análises foram descritas e fotografadas exaustivamente. A documentação completa foi entregue à Curia Metropolitana de Bialystok.

Quando foram recolhidas as amostras para análise, a parte não dissolvida da Hóstia consagrada estava já embebida no tecido. Porém, a estrutura de sangue acastanhado do fragmento da Hóstia não perdeu nada da sua clareza. Este fragmento estava seco e frágil, intimamente ligado à restante parte da Hóstia em forma de pão. A amostra recolhida foi o suficiente para realizar todas as análises indispensáveis.

Os resultados de ambas as análises independentes sobrepuseram-se completamente. Concluíram que a estrutura do fragmento da Hóstia analisado é idêntica a tecido do músculo do coração de uma pessoa viva, mas em estado de agonia. A estrutura da fibra do músculo do coração e a estrutura do pão estavam interligadas de forma muito estreita, de forma impossível de realizar por ingerência humana (vide declaração da Prof. M. Sobaniec-Lotowska na reportagem “O Milagre Eucarístico de Sokólka”, Lux Veritatis 2010).

As análises realizadas provaram que não foi adicionada nenhuma outra substância à Hóstia consagrada, mas que o seu fragmento tomou a forma de tecido do músculo do coração de uma pessoa em estado de agonia. Este tipo de fenómeno não é explicável pelas ciências naturais, sendo que os ensinamentos da Igreja nos dizem que a Hóstia entregue para análise é o Corpo do próprio Cristo pelo poder das Suas próprias palavras proferidas durante a Última Ceia.

O resultado das análises pato-morfológicas datadas de 21 de Janeiro de 2009 foram incluídas no protocolo entregue na Cúria Metropolitana de Bialystok.


Para concluir, no comunicado oficial que emitiu, a Cúria Metropolitana de Bialystok afirmou o seguinte: «O acontecimento de Sokolka não se opõe à fé da Igreja, antes pelo contrário, confirma-a. A Igreja professa que, após as palavras da consagração, pelo poder do Espírito Santo, o pão se transforma no Corpo de Cristo e o vinho no Seu Sangue. Para além disso, trata-se de um chamamento para que os ministros da Eucaristia distribuam o Corpo do Senhor com fé e cuidado e que os fiéis O recebam com adoração.»

in sokolka.archibial.pl

Fonte: Senza Pagare

Exemplo da importância dos exorcismos no sacramento do batismo que foram excluídos do novo rito


Numa escola da Fraternidade São Pio X, as professoras constataram, ao longo do ano letivo, uma clara melhora no comportamento de três de seus alunos. O mais velho, da sétima série*, era muito desagradável, insolente, grosseiro. Éramos obrigados frequentemente a repreendê-lo em aula, mas sobretudo, no recreio e no refeitório. Ajudava na Missa da escola, mas sem mostrar muita piedade. Seu olhar às vezes fixo e malvado, impressionava-nos e alguns ousavam se perguntar se essa criança não estaria possuída.

O segundo, da décima série, embora menos insolente e grosseiro, fazia-se notar por um comportamento às vezes estranho.

A mais jovem, de seis anos, mesmo parecendo estimar sua professora, fazia tudo para chateá-la: silêncio desobediente, sujeira nos seus cadernos ou nela; ira surpreendente diante das punições (como torcer seus óculos)... Com frequência, a professora, vendo tais cadernos, perguntava-lhe: "Você é aplicada?", e sempre a mesma resposta da criança, olhando insolentemente nos olhos da professora: "Não!" Não sabíamos como lidar com ela.

Durante o terceiro trimestre, constatamos uma rápida mudança nessas crianças. Os meninos ajudavam a Missa com mais piedade, não eram mais insolentes. O mais velho havia perdido seu olhar que nos impressionava. Não o repreendíamos mais no refeitório, onde se tornou um modelo de silêncio e onde estava sempre pronto a nos prestar auxílio. A menina havia se tornado afetuosa com sua professora, deixando até suas brincadeiras, para se aproximar dela, e mesmo lhe obter um afago. A caligrafia melhorou, assim como o estado dos cadernos. Aplicava-se enfim. Havia se tornado mais gentil com seus colegas.

Mesmo sem terem virado crianças-modelo nem primeiros de turma, tinham mudado. O que teria acontecido? Nosso diretor nos deu a chave do problema: essas crianças haviam sido batizadas no novo rito, sem os exorcismos. Com a permissão dos pais, o padre havia feito, perto da Páscoa, um complemento do Batismo; isto é, havia feito os exorcismos neles! Banido o demônio, a Graça atuava melhor nessas crianças.

Quantas crianças, hoje, teriam necessidade desse complemento, para que a Graça as ajudasse a lutar melhor contra suas más inclinações!

Uma professora

*No sistema educacional francês, as primeiras séries têm maior número que as que se lhes seguem. Não há correspondência exata com o sistema brasileiro. (N. do T.)

Pe. Matthias Gaudron, Catecismo da crise na Igreja. Rio de Janeiro: Permanência, 2011. p.217.

Ateia desde a infância se converte lendo C. S. Lewis, torna-se protestante e depois, impactada pela missa,torna-se católica!

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Há pouco mais de um mês o site de notícias católico, Religión en Libertad, publicou o testemunho de uma ateia que se converteu lendo C.S. Lewis. Seu nome é Sandra Snowden Elam. Cresceu numa família cuja mãe era católica e o pai ateu. Este não permitia que a palavra “Deus” fosse pronunciada dentro de casa, muito menos que sua esposa educasse os filhos segundo a moral cristã. Assim, pois, Sandra cresceu sem qualquer referência cristã. “A Igreja parecia ser chata e seus rituais vazios: suas palavras não significavam nada pra mim”.
 “PENSAVA QUE OS CRISTÃOS ERAM EXTREMISTAS FANÁTICOS”
Como boa parte dos jovens educados sem uma referência religiosa por parte dos pais, Sandra Elam alimentava certa revolta contra a religião. “Pensava que os cristãos eram extremistas fanáticos. Minha alma estava tão escura que não podia entender porque algumas pessoas se opunham ao aborto e a eutanásia”.
 Sandra especializou-se em história grega, romana e medieval na universidade. E, certa vez até perguntou ao seu professor judeu: “Jesus viveu ou foi um mito?”, ao que ele respondeu: “Sim, Jesus realmente viveu, não existe dúvida disso. Por que você não lê o Evangelho de Mateus?”. Ela o fez, mas apenas com um olhar histórico e curioso, nada mais.
 Sandra casou-se e, com o passar do tempo, tornou-se uma anticristã feroz. Não permitia, inclusive, que seu marido católico colocasse crucifixo dentro de casa. Relatava: “sentia desprezo pelos que acreditavam em Deus. Cresci e me tornei uma mulher amargurada, sempre disposta a julgar os demais”.
 ATRAVÉS DA FONÉTICA SUA VIDA MUDOU DE DIREÇÃO
Mas, tudo começou a mudar em 1995 quando ouviu um especialista falar que as crianças possuem uma certa incapacidade para ler e escrever rapidamente e sobre como a fonética poderia ajudá-los.
 Sandra Elam resolveu testar em seus filhos, ensinando-os fonética. Resultado: em seis meses estavam lendo.Percebeu que poderia “haver outras verdades por aí afora”.
 Através da busca de uma reforma educativa, Sandra conheceu muitos cristãos que tinham o mesmo interesse pelo ensino da fonética. Neste percurso Bob Sweet, presidente do The National Right to Read Foundation, teve um papel importantíssimo, sendo um verdadeiro testemunho para ela.
 Testemunhava Sandra Elam: “O primeiro grande passo na minha vida cristã foi quando meu esposo Tom e eu inscrevemos nossos filhos num colégio protestante baseado na fonética, em setembro de 1996. Era o único que poderíamos, economicamente. Estávamos preocupados com a sua educação e não queríamos que se convertessem em fanáticos religiosos, estudei, então, cuidadosamente o plano de estudos da escola e me senti aliviada ao descobrir que os livros eram rigorosos”.
 FOI PRESENTEADO COM UM LIVRO DE C.S. LEWIS
Deus já encaminhava as coisas na vida de Sandra e preparava o terreno para a sua conversão. Mas, o que realmente foi decisivo neste processo foi o livro que ganhou de presente da sua irmã: “Mero Cristianismo”, de C.S. Lewis.
 Em 1997 começou a sentir vontade de ir à Igreja, mas resistia. Nesta altura, seu marido e filhos já frequentavam a igreja católica aos domingos. Então, no dia 06 de outubro de 1997, “decidi entrar na igreja protestante que estava junto ao colégio dos meus filhos. Pela primeira vez em minha vida, senti algo espiritual e edificante”, testemunhou Sandra.
 Depois de trinta anos como ateia, sente-se abalada pelas palavras do Evangelho de São João: “Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida. Ninguém vai ao Pai, senão por mim. Se me conheceres, conhecereis também meu Pai; desde agora o conheceis e o viste”. Esta palavra lhe tocou tão profundamente que memorizou-a e, ao final da leitura do Evangelho de João “já estava convencida que Jesus Cristo era o Filho de Deus”.
 O PROBLEMA DA FÉ PROTESTANTE
Sandra Elam havia conhecido intelectualmente a Deus, mas ainda faltava amá-lo; faltava-lhe também a fé. Mas, numa noite, após cansativas horas de estudo bíblico, rezou pela primeira vez, pedindo fé. E, a recebeu. “A fé foi o presente misericordioso de Deus para mim. Sem fé, como creria naquilo que não vejo?”.
 A recém-convertida ao cristianismo começava a ter problemas com a “livre interpretação” das Escrituras.Julgava que alguém deveria ter a autoridade universal sobre elas. “Só uma igreja existiu desde que Jesus pronunciou suas palavras proféticas a Pedro: a Igreja Católica… uma vez que me dei conta de que Jesus fez de Pedro (e dos seus sucessores) a Cabeça terrena da Sua Igreja, disse ao meu marido que tinha que me converter ao catolicismo”.
 A SANTA MISSA FOI O ÁPICE DA SUA CONVERSÃO
Sandra aprofundou-se na apologética e teologia católica. E, assim com Scott Hahn, em “O Banquete do Cordeiro”, sentiu-se tocada no momento da Santa Missa. “Através do estudo estava começando a conhecer Deus e através da missa comecei a amá-lo”.
 Sandra Elam começou a mudar seus hábitos de vida, as músicas, livros, revistas, programas televisivos etc.. E, também suas convicções interiores, como a questão do aborto, que sempre considerou um mal necessário. Iniciou compreendendo que a vida começa na concepção. Até aí tudo bem, mas por que não era lícito utilizar anticoncepcionais não abortivos? “Por que a Igreja Católica era a única a se manter firme contra o controle de natalidade?”, se perguntava Sandra.
 Após assistir um vídeo chamado “Feminism and Femininity” (Feminismo e Feminidade), da professora católica, Alice von Hildebrand, convenceu-se da imoralidade da anticoncepção. “Descobri que o Papa Paulo VI já havia profetizado na Humanae Vitae: o controle de natalidade poderia conduzir à imoralidade sexual generalizada, à aceitação do aborto e à desintegração da família”.
 OPTOU PELA MORAL SEXUAL CATÓLICA
Aos 37 anos decidiu não usar mais métodos anticoncepcionais .Passaram-se meses e Sandra nunca engravidava, apesar de, agora, desejar muito ter outro bebê. “Senti a ironia da situação, já que Deus não estava me dando o que agora queria”. Foi ao médico, que diagnosticou ovários poliquísticos. Era estéril.
 Numa noite, inconformada com a situação, rezou e implorou a Deus mais um filho. Duas semanas depois estava grávida. Oito meses depois nasceu sua filha, que foi batizada com o nome de Teresa Benedita, em honra a Edith Stein e Teresa D’Ávila. Dois anos depois nasceu Ryan James.(foto abaixo)
ryan-mama-doctor
 Sandra estudou durante dois anos História da Igreja e Bíblia e estava convencida de que a Igreja Católica Romana contém toda a verdade do cristianismo. E, assim, “na Vigília Pascal, no dia 03 de abril de 1999, fui recebida com alegria na Igreja una, santa, católica e apostólica”.
 Thiago Pereira/ Reparatoris
Fonte: 

Pe. Fábio de Melo se retratou! Deo gratias!!!


Queridos amigos,

Em virtude da polêmica que envolveu minha fidelidade à Ortodoxia Católica, venho esclarecer alguns pontos.

Em nenhum momento da minha vida atentei contra a sacralidade da Igreja Católica Apostólica Romana. Sou Mestre em Teologia Dogmática e zelo muito para que minha pregação esteja de acordo com os ensinamentos da Igreja. Este é o credo que professo: “Creio na Santa Igreja Católica Una, Santa, Católica e Apostólica.” Nunca inventei uma crença particular, ou um modo diferente de compreender esta profissão de fé.

A expressão que usei no programa de “De frente com Gabi”, “Jesus queria o Reino de Deus, mas nós demos a Ele a Igreja” é uma expressão muito usada nos bastidores acadêmicos que frequentei em minha vida, e está distante da proposta herética que ela já representou em outros tempos. O significado evoluiu.

Nossa Fundação é Santa, pois fomos instituídos pelo Cristo. “A Igreja é um corpo, em que nós somos os membros e Jesus Cristo é a cabeça (Col 1,18; I Cor 12,27). Na cabeça o Reino já está estabelecido. Em Cristo, o Reino já está plenamente manifestado. Mas os membros do corpo ainda estão no contexto da busca, pois continuamos arrastando as consequências adâmicas do nosso pecado. E por isto, mesmo que em Cristo o Reino já esteja plenamente manifestado, em nós, Igreja, povo de Deus, ele continua sendo a meta que nunca deixamos de buscar.

O Concílio Vaticano II, através de sua Constituição Dogmática Lumen Gentium, enfatizou que a Igreja é povo de Deus. O povo é errante, pois apesar de estar mergulhado nas graças do batismo, ainda sofre as consequências da fragilidade que o pecado lhe deixou. O mesmo Concílio declarou "O Reino de Cristo já presente em mistério, cresce visivelmente no mundo pelo poder de Deus..." (LG 3).

Presente em mistério. Isto é, cabe a nós, membros deste corpo, apressar a sua chegada. A Igreja é triunfante, mas também é peregrina, penitente, pois que carrega em sua carne a fragilidade de seus membros.

Sim, a Igreja é santa, mas comporta em seu seio os pecadores que somos nós. E por isso dizemos, também com o perigo da imprecisão teológica: “A Igreja é Santa e pecadora”. Bento XVI sugeriu modificar a expressão. “A Igreja é Santa, mas há pecado na Igreja”. Notem que ele salvaguarda a santidade na essência.

Mas o pecado existe na Igreja. Por isto rezamos nas liturgias diárias pelo Santo Padre, pelos bispos, pelo clero, pelo povo de Deus. Clamamos por purificação, luzes em nossas decisões, pois sabemos que é missão do Espírito encaminhar na terra a Igreja que ainda não é Reino de Deus (porque maculada pelos nossos pecados), e que ao Cristo damos diariamente. Mas nós caminhamos na esperança. Sabemos que um dia todas as partes do corpo estarão agindo em perfeita harmonia com a cabeça. Seremos a “Jerusalém Celeste”.

Eu assumo que errei ao usar a expressão. Eu não estava numa sala de aula, lugar onde a Ortodoxia convive bem com a dialética. Não considerei que muitos telespectadores poderiam não entender o contexto da comparação. E por isso peço desculpas. E junto às desculpas, faço minha retratação. Nunca tive problema em assumir meus equívocos. Usei uma expressão que carece ser contextualizada com outras explicações, para que não pareça irresponsável, nem tampouco herética.

Repito. Eu não nego nem neguei a definição dogmática expressa na Lumem Gentium, Número 5.

“O mistério da santa Igreja manifesta-se na sua fundação. O Senhor Jesus deu início à Sua Igreja pregando a boa nova do advento do Reino de Deus prometido desde há séculos nas Escrituras: «cumpriu-se o tempo, o Reino de Deus está próximo» (Mc. 1,15; cfr. Mt. 4,17). Este Reino manifesta-se na palavra, nas obras e na presença de Cristo. A palavra do Senhor compara-se à semente lançada ao campo (Mc. 4,14): aqueles que a ouvem com fé e entram a fazer parte do pequeno rebanho de Cristo (Luc. 12,32), já receberam o Reino; depois, por força própria, a semente germina e cresce até ao tempo da messe (cfr. Mc. 4, 26-29). Também os milagres de Jesus comprovam que já chegou à terra o Reino: «Se lanço fora os demónios com o poder de Deus, é que chegou a vós o Reino de Deus» (Luc. 11,20; cfr. Mt. 12,28). Mas este Reino manifesta-se sobretudo na própria pessoa de Cristo, Filho de Deus e Filho do homem, que veio «para servir e dar a sua vida em redenção por muitos» (Mt. 10,45).”

E quando Jesus, tendo sofrido pelos homens a morte da cruz, ressuscitou, apareceu como Senhor e Cristo e sacerdote eterno (cfr. Act. 2,36; Hebr. 5,6; 7, 17-21) e derramou sobre os discípulos o Espírito prometido pelo Pai (cfr. Act. 2,33). Pelo que a Igreja, enriquecida com os dons do seu fundador e guardando fielmente os seus preceitos de caridade, de humildade e de abnegação, recebe a missão de anunciar e instaurar o Reino de Cristo e de Deus em todos os povos, e constitui o germe e o princípio deste mesmo Reino na terra. Enquanto vai crescendo, suspira pela consumação do Reino e espera e deseja juntar-se ao seu Rei na glória.”

Agradeço pela prece dos que me acompanharam neste momento tão sofrido.

Com minha benção,

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