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Formação bíblica para católicos: essa história de confissão não existe...

Há alguns espanta ver como os reflexos da crise pela qual a Igreja passa estão tão pertos... Uma grande leva de católicos que ainda não tem se inteirado destas discussões, destes embates, também já tem visto algo desta revolução contra a Igreja que a atinge, sobretudo, por dentro.

Domingo passado, houve um breve encontro num colégio aqui da cidade, onde responsáveis pelo grupo CEBI (Centro de Estudos Bíblicos) nos visitaram e deram uma formação para os católicos. Eu não pude ir, pois estive numa outra reunião. Porém, só ontem eu soube de algumas poucas coisas que lá ocorreram. Fiquei surpreso, primeiramente, ao ouvir a expressão: "bate-boca".. Hein?  Perguntei ao amigo que me falou qual fora o motivo. Disse-me ele que a formadora atacou o Sacramento da Confissão, argumentando que isto não existe; que um padre, sendo homem, não tem esse poder. Não que eu nutrisse alguma confiança a respeito destes formadores do CEBI, CEBs ou até de equipes de Liturgia de discurso acentuadamente político, mas isto foi o cúmulo. Não pensei que estivessem dispostos a tal. Impressionam-me sobretudo duas coisas: 1- que uma desinteligente dessa natureza esteja entre as que formam. 2- que, sendo a ocasião um estudo sobre a Sagrada Escritura, a néscia ignore que a autoridade de perdoar pecados concedida aos sacerdotes está claramente descrita nos Evangelhos.

Um amigo meu, muito acertadamente, levantou-se e se propôs a discutir com a senhora. Dos pormenores da discussão, ainda não sei, mas buscarei me esclarecer a respeito. Gostaria de saber de quem foi a idéia de trazer uma criatura desse nível para formar as pessoas da Paróquia. Seria algo da Arquidiocese? Seria um convite pensado de alguém daqui? Seria uma suposição, da parte deles, de que os católicos palmarinos são burros? Ou o quê?

Interessante: perguntada sobre sua religião, a mulher teria dito: não tenho religião específica, pois sou ecumênica. huahuahua!!!! Com formadores desse nível, fica difícil acreditar que os que permitem a essa gente ao menos abrir a boca num encontro em nome da Igreja estejam bem intencionados. Mas, como não nos é permitido julgar as intenções, só nos resta supor que foi por burrice.

Fábio Luciano.
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5 comentários:

  1. Eu vejo igreja com pessoas que vem da arquidiocese para fazer isso agora sabemos porque nossa igreja precisa de muita oração;pessoas que não tem nada que fazer vem para fazer brincadeira aqui em união
    Mas agora sebemos quem estam na frente do grupos católicos acho que colocaram evangélicos para cuidar desse tal de "CEBI"
    A alguns meses atrás tivemos encontros bíblicos acredito que foi em maio do ano passado fui uma vez não vi mais do que 15 pessoas não deu em nada nesse tempo todo nossa igreja criou abtos um exemplo é a confição comunitaria hoje já na temos na paróquia mais a pessoas que já não vão se confesar nem mais na semana santa moral de história maus costumes pregados jamais serão apagados.

    Matheus

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  2. Matheus, é um prazer tê-lo por aqui.
    Deus o abençoe.

    Por isto é tão necessário que os católicos sejam bem formados. Agora considere o tipo de católicos que saem dessas formações de meia tigela... Complicado...

    É preciso estudar, e estudar a doutrina tradicional da Santa Igreja pra não se deixar enganar por estas conversas bestas desse povo.

    E rezemos.. rezemos pela Santa Igreja que, hoje, é atacada sobretudo de dentro..

    Pax.

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  3. Salve Maria, Mattheus

    Questione com seu padre sobre o sacramento da reconciliação

    Codigo Canonico
    Capítulo I - DA CELEBRAÇÃO DO SACRAMENTO

    Cân. 960 A confissão individual e íntegra e a absolvição constituem o único modo ordinário, com o qual o fiel, consciente de pecado grave, se reconcilia com Deus e com a Igreja; somente a impossibilidade física ou moral escusa de tal confissão; neste caso, pode haver a reconciliação também por outros modos.

    Cân. 961 § 1. Não se pode dar a absolvição ao mesmo tempo a vários penitentes sem prévia confissão individual, a não ser que:

    1°- haja iminente perigo de morte e não haja tempo para que o sacerdote ou sacerdotes ouçam a confissão de cada um dos penitentes;

    2°- haja grave necessidade, isto é, quando por causa do número de penitentes, não há número suficiente de confessores para ouvirem as confissões de cada um, dentro de um espaço de tempo razoável, de tal modo que os penitentes, sem culpa própria, seriam forçados a ficar muito tempo sem a graça sacramental ou sem a sagrada comunhão; essa necessidade, porém, não se considera suficiente, quando não é possível ter os confessores necessários só pelo fato de grande concurso de penitentes, como pode acontecer numa grande festividade ou peregrinação.

    § 2. Julgar sobre a existência das condições requeridas no § 1, n.2, compete ao Bispo diocesano que, levando em conta os critérios concordados com os outros membros da Conferência dos Bispos, pode determinar os casos de tal necessidade.

    Cân. 962 § 1. Para que um fiel possa receber validamente a absolvição dada simultaneamente a muitos, requer-se não só que esteja devidamente disposto, mas que ao mesmo tempo se proponha também a confessar individualmente, no tempo devido, os pecados graves que no momento não pode assim confessar.

    § 2. Os fiéis, enquanto possível, também no momento de receber a absolvição geral, sejam instruídos sobre os requisitos do § 1; à absolvição geral, mesmo em caso de
    perigo de morte, se houver tempo, preceda uma exortação para que cada um cuide de fazer o ato de contrição.

    Cân. 963 Salva a obrigação mencionada no cân. 989, aquele a quem são perdoados pecados graves mediante absolvição geral, ao surgir oportunidade, procure quanto antes, a confissão individual, antes de receber outra absolvição geral, a não ser que se interponha justa causa.

    Cân. 964 § 1. O lugar próprio para ouvir confissões é a igreja ou oratório.

    § 2. Quanto ao confessionário, estabeleçam-se normas pela Conferência dos Bispos, cuidando- se porém que haja sempre em lugar visível confessionários com grades fixas entre o penitente e o confessor, dos quais possam usar livremente os fiéis que o desejarem.

    § 3. Não se ouçam confissões fora do confessionário, a não ser por justa causa

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  4. Denilso, a paz de Nosso Senhor.
    Agradeço a sua vinda por aqui. Seja muito bem vindo...

    Destes requisitos que vc pôs aí, por aqui só não há o uso dos confessionários convencionais, embora haja uma sala reservada para a Confissão dos fiéis.

    Sobre a COnfissão Comunitário, graças a Deus já faz um tempo em que, por aqui, não há essa prática. O atual pároco a desaprova de todo.

    Em todo caso, agradeço o post.
    Grande abraço.

    Pax.

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Fique à vontade para comentar. Mas, se for criticar, atenha-se aos argumentos. Pax.

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